Turista brasileiro relata abandono por guia em monte da Indonésia

Por MRNEWS:

Turista brasileiro relata abandono por guia em monte da Indonésia: “As crianças ficaram em pânico”

A trágica morte da brasileira Juliana Marins, durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, trouxe à tona o relato de outro turista brasileiro que passou por uma situação igualmente perigosa no país asiático. O engenheiro Willians Francelino, que visitou Bali em 2024, revelou que foi abandonado por uma guia local durante uma subida ao Monte Batur, um dos destinos turísticos mais populares da região.

Em entrevista publicada nesta quarta-feira (25), Willians contou que estava acompanhado de outras pessoas, inclusive crianças, e que o grupo confiava totalmente na guia responsável. “No meio do caminho, ela simplesmente desapareceu. Disse que voltava logo e não retornou mais. As crianças ficaram em pânico”, relatou.

Segundo ele, a situação só não teve um desfecho mais grave porque um grupo de turistas franceses que também fazia a trilha se solidarizou e os ajudou a encontrar o caminho de volta. “Foi um descaso total. Poderíamos ter nos perdido ou sofrido algum acidente sério”, afirmou.

O depoimento veio à tona em meio à comoção nacional causada pelo caso de Juliana Marins, de 26 anos, que faleceu após cair de um penhasco no Monte Rinjani. Juliana estava com um grupo de turistas e também teria enfrentado dificuldades relacionadas à falta de preparo e suporte adequado durante a atividade.

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Francelino aproveitou para fazer um alerta aos brasileiros que planejam visitar o Sudeste Asiático. “Muita gente acha que é só contratar um guia pelo Instagram e está tudo certo. Mas há muita negligência, falta de fiscalização e ausência de socorro adequado em caso de emergência.”

O engenheiro finalizou seu relato pedindo às autoridades que tomem providências diplomáticas junto ao governo indonésio para exigir mais rigor na regulamentação dos serviços turísticos nas áreas de risco. “Depois do que aconteceu com a Juliana, ficou claro que não é seguro confiar cegamente nesses guias locais. É preciso responsabilidade.”

A história de Willians repercutiu nas redes sociais e reforçou o debate sobre a segurança de trilhas e expedições internacionais. Internautas se solidarizaram com o relato e muitos compartilharam experiências semelhantes em destinos turísticos pouco estruturados para emergências.


Tags: Juliana Marins, Monte Rinjani, Willians Francelino, guia desaparecida, turista brasileiro, Indonésia, Monte Batur, relatos de risco, trilhas perigosas.

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Homem que arriscou a vida para salvar Juliana Marins no vulcão é aclamado nas redes sociais

A trágica morte da brasileira Juliana Marins, que caiu durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, mobilizou o país e gerou uma enorme comoção nas redes sociais. Em meio à tristeza pela perda precoce, um nome tem se destacado como símbolo de coragem e empatia: Agam Rinjani, o guia local que liderou os esforços desesperados para salvar a vida da jovem.

Juliana, que realizava uma expedição no famoso vulcão da ilha de Lombok, acabou escorregando em uma trilha estreita e de difícil acesso. Assim que o acidente foi comunicado, Agam — conhecido por sua longa experiência na região e profundo conhecimento das rotas de escalada — não pensou duas vezes: assumiu a frente da busca, mesmo com o terreno instável, clima adverso e visibilidade comprometida.

Agam desafiou a altitude, o risco de novas quedas e a exaustão física para tentar encontrar Juliana ainda com vida. O esforço, infelizmente, não teve o desfecho desejado, mas sua dedicação incansável conquistou a admiração de milhares de brasileiros que acompanharam o caso. “Ele foi um anjo na montanha”, escreveu uma internauta. “Mesmo sendo um desconhecido, ele se arriscou por ela como se fosse da família”, comentou outro.

Nas redes sociais, internautas criaram correntes de agradecimento ao guia, que inclusive prestou homenagem à jovem em seu perfil pessoal. “Fiz tudo o que pude”, disse ele, em um depoimento emocionado, que repercutiu comovendo a todos.

Juliana Marins era conhecida por seu espírito aventureiro e pelas viagens que registrava em suas redes sociais. Ela havia embarcado na trilha com amigos e, segundo relatos, mantinha contato com a família constantemente. Sua morte foi confirmada no dia 24 de junho, e o processo de traslado do corpo está sendo acompanhado pelas autoridades brasileiras.

Diante da tragédia, o nome de Agam Rinjani passa a ser lembrado não só como um guia de trilhas, mas como um verdadeiro herói anônimo que, mesmo sem sucesso, se entregou de corpo e alma à missão de salvar uma vida. Ele agora é símbolo de esperança e humanidade em meio ao luto.

Tags: Juliana Marins, Monte Rinjani, guia Agam, tragédia na Indonésia, herói anônimo, busca e resgate, brasileiro no exterior, comoção nacional.

O corpo de Juliana Marins foi resgatado nesta quarta-feira (25) da cratera do Monte Rinjani pelas equipes de socorro da Indonésia. A informação foi confirmada pela Agência Nacional de Busca e Resgate (Basarnas), em entrevista a uma emissora de TV local.

Brasileira, Juliana fazia uma trilha na borda do vulcão quando caiu na cratera e deslizou por centenas de metros, na manhã de sábado (21). Por conta das condições meteorológicas diversas, terreno complicado e problemas na logística das operações de resgate, Juliana não foi resgatada a tempo.

Apenas na terça-feira (24), um resgatista conseguiu chegar até ela, mas a brasileira já tinha morrido.

Homenagem

O pai de Juliana, Manoel Marins, fez uma homenagem para a filha em suas redes sociais.

“No início deste ano [ela] nos disse que faria esse mochilão agora enquanto era jovem e nós a apoiamos. Quando lhe perguntei se queria que lhe déssemos algum dinheiro para ajudar na viagem, você nos disse: jamais. E assim você viajou com seus próprios recursos que ganhou como fruto do seu trabalho. E como você estava feliz realizando esse sonho. E como nós ficamos felizes com a sua felicidade. Você se foi fazendo o que mais gostava e isso conforta um pouco o nosso coração”, finalizou.

Samba na Gamboa mostra o samba da Bahia neste domingo

Por MRNEWS:

A musicalidade da cultura baiana embala a edição inédita do programa Samba na Gamboa neste domingo (29), às 13h, na TV Brasil. A cantora e compositora Mariene de Castro interpreta sucessos do seu estado ao recordar personalidades como Dorival Caymmi. A estrela conversa com a apresentadora Teresa Cristina sobre as semelhanças e diferenças entre o samba da Bahia e o samba carioca.

“São tantas misturas e encontros. A Bahia recebe os negros que se encontraram com os indígenas e o Rio também. O samba da Bahia, do Rio de Janeiro e de todo o Brasil é fruto dessa mistura de gente, de povos e de nações. Existem diferenças, mas semelhanças e tantas coisas que nos unem”, afirma Mariene sobre as referências afro-brasileiras.

Mariene de Castro entoa repertório marcante da carreira como Oxóssi e Canto para Ogum. Junto com a anfitriã, ela canta os hits Marinheiro Só, Vi Mamãe Oxum na Cachoeira e Embala eu. Ainda lembra das composições Milagre e Vatapá“, clássicos do saudoso Dorival Caymmi. Interpreta, também, Amuleto de Sorte, de outro conterrâneo, Nelson Rufino

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Mariene de Castro entoa repertório marcante da carreira como Oxóssi e Canto para Ogum – Foto: TV Brasil

Programa original da emissora pública, o Samba na Gamboa fica disponível no app TV Brasil Play e no YouTube do canal. A atração pode ser acompanhada em horário alternativo aos sábados, às 23h, e ainda tem uma versão radiofônica que pode ser acompanhada na Rádio Nacional aos sábados, ao meio-dia, para toda a rede.

Com sua voz potente e canto doce, aliados ao carisma, Mariene de Castro recorda o início da trajetória no final da década de 1990. Durante o programa, faz releitura das obras de Clara Nunes e comenta seu olhar reverente para forças da natureza e religiosidade.

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“A música vem pra mim como forma de me apresentar na vida. Ela fala através da minha história. Então, tudo que eu canto é sobre minha essência, o que eu sinto, penso e acredito. Todo o meu repertório, desde o meu primeiro passo na música, ele é ancestral. Tudo que carreguei para estar aqui hoje foi o que fez com que eu escolhesse esses ritmos”, explica a artista.

Samba na Gamboa: Teresa Cristina recebe Mariene de Castro – Foto Tânia Rego / Agência Brasil

Tributo: matriarcas e bambas

No decorrer da produção da TV Brasil, Mariene de Castro destaca a importância de matriarcas como Tia Ciata, Clementina de Jesus e Dona Ivone Lara. 

“Esse tipo de música é o ventre de muitas mulheres que têm a missão de fazer com que o legado perdure e floresça. Faz com que nossa história seja reafirmada e a alma lavada. É uma homenagem à trajetória dos nossos antepassados que foram tão machucados”, opina.

A convidada de Teresa Cristina no Samba na Gamboa ainda celebra o bamba Dorival Caymmi e compositores baianos veteranos como Caetano Veloso, Gilberto Gil e Roque Ferreira. Valoriza também outros astros incríveis que já partiram como Batatinha e Riachão.

“Impossível pensar na Bahia e não lembrar do que Caymmi escreveu. A gente pensa numa rede, num pescador e em tantas imagens que nos remetem mesmo não tendo convivido com ele. Parece que temos uma relação próxima como um avô, com aquela voz, malemolência e os olhinhos virados”, comenta a sambista.

Programa Samba na Gamboa, apresentado por Tereza Cristina, recebe a cantora Mariene de Castro, no Teatro Municipal Ruth de Souza – Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Sobre o programa

A nova temporada do Samba na Gamboa que marca a estreia de Teresa Cristina como apresentadora do programa da TV Brasil foi gravada no Teatro Ruth de Souza, no Parque Glória Maria, em Santa Teresa, na região central do Rio de Janeiro. O palco para conversas embaladas por hits é um cenário colorido que evoca uma praça na Gamboa – bairro histórico da zona portuária da capital carioca. A presença de plateia é outro destaque da atração.

Os encontros contam, ainda, com uma banda da pesada, comandada pelo lendário Paulão Sete Cordas, que acompanha Teresa Cristina e seus convidados pelo inesgotável repertório do samba brasileiro. A equipe reúne os músicos Eduardo Neves (sopros), João Callado (cavaco), Paulino Dias (percussão), Rodrigo Jesus (percussão) e Waltis Zacarias (percussão).

Cantora e compositora de mão cheia, a diva também tem se revelado uma ótima entrevistadora. Teresa Cristina conduz os papos com muita graça, informação, e, principalmente, emoção. A pesquisa sobre a cultura popular é importante para a artista que, além do sucesso com o grupo Semente e na carreira solo, ganhou ainda mais atenção com as lives que fez nas redes sociais no período da pandemia.

Com novo cenário, pacote gráfico e a trilha sonora de abertura repaginados, o Samba na Gamboa tem janela semanal, aos domingos, às 13h, na programação da TV Brasil, e horário alternativo aos sábados, às 23h.

O público pode curtir os conteúdos exclusivos no app TV Brasil Play e no YouTube da emissora. As edições também ganham espaço nas ondas da Rádio Nacional aos sábados, ao meio-dia, para toda a rede.

Destaques da temporada

Durante a nova temporada do Samba na Gamboa, Teresa Cristina recebe nomes consagrados do gênero como Áurea Martins, Dorina, Dudu Nobre, Jorge Aragão, Moacyr Luz, Nei Lopes, Tia Surica, Marquinhos de Oswaldo Cruz, Neguinho da Beija Flor, Nei Lopes, Nelson Rufino, Nilze Carvalho, Péricles e Sombrinha.

O programa da TV Brasil também vai ter a presença de célebres artistas de outras matizes da música como Adriana Calcanhotto, Fabiana Cozza, Hermínio Bello de Carvalho, Mônica Salmaso, Roberta Sá, Simone Mazzer e Zé Renato.

A produção musical valoriza compositores que escreveram sucessos, mas nem sempre têm o devido reconhecimento e espaço na mídia. Teresa Cristina recebe nomes como Alex Ribeiro, Alfredo Del-Penho, Claudio Jorge, Mariene de Castro, Moyseis Marques, Serginho Meriti, Toninho Geraes e Zé Roberto. Artistas como Luísa Dionísio, Marina Íris, Nego Álvaro e Mingo Silva são outros convidados da temporada.

O Samba na Gamboa ainda traz nessa sequência de atrações inéditas uma série de programas especiais que destacam a importância de personalidades consagradas da sonoridade tipicamente nacional. Os conteúdos temáticos reverenciam o trabalho de Arlindo Cruz, Chico Buarque e Paulinho da Viola.

O canal público também exibe edições temáticas que prestam tributo a ícones que já partiram como Aldir Blanc, Almir Guineto, Beth Carvalho, Candeia, Clara Nunes, Dona Ivone Lara, Elizeth Cardoso, Elton Medeiros, Lupicínio Rodrigues, Monarco, Nelson Cavaquinho, Nelson Sargento, Reinaldo, Wilson Moreira e Zé Keti.

Com direção de Shirlene Paixão, a nova temporada do programa, que marca a volta das edições inéditas do Samba na Gamboa, tem roteiro e pesquisa do jornalista Leonardo Bruno, profundo conhecedor do gênero.

Histórico da produção

O Samba na Gamboa reúne grandes intérpretes das novas gerações e nomes consagrados do gênero e ícones da MPB para uma animada roda de samba. Com Diogo Nogueira, o programa contou com sete temporadas e foi gravado entre 2008 e 2018. Até hoje a atração faz parte da grade do canal público.

Ao vivo e on demand   

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Serviço

  • Samba na Gamboa – domingo, dia 29/6, às 13h, na TV Brasil
  • Samba na Gamboa – sábado, dia 5/7, às 23h, na TV Brasil
  • Samba na Gamboa – sábado, dia 5/7, ao meio-dia, na Rádio Nacional 

TV Brasil na internet e nas redes sociais 

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Chelsea goleia Benfica e encara o Palmeiras nas quartas nos EUA

Por MRNEWS:

Quem vê o resultado da partida entre Chelsea e Benfica, pelas oitavas de final da Copa do Mundo de clubes da Fifa, neste sábado (28), pensa que foi um duelo de poucas emoções. Afinal, o jogo acabou com o triunfo por 4 a 1 do time inglês em Charlotte, na Carolina do Norte.

No entanto, o confronto durou praticamente o dobro do tempo esperado, depois de paralisação por ameaça de tempestade e, posteriormente, prorrogação. Com a vitória após 120 minutos de partida e praticamente outros 120 sem a bola rolar, a equipe londrina vai encarar o Palmeiras nas quartas de final, em duelo marcado para a próxima sexta (4), na Filadélfia, a partir das 22h de Brasília.

Reece James, Nkunku, Pedro Neto e Dewsbury-Hall (os três últimos já no segundo tempo da prorrogação) marcaram para os Blues, enquanto o argentino Di Maria fez o gol da equipe portuguesa.

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Depois de uma primeira etapa de poucos pontos altos, o Chelsea abriu o placar aos 18 minutos da segunda etapa. Em falta pelo lado esquerdo do ataque, Reece James, com pouco ângulo, surpreendeu o goleiro Trubin com uma cobrança fechada direto na meta, em vez de um cruzamento, e a bola parou no fundo das redes.

O gol obrigou o Benfica a sair para o jogo e dar espaços. No entanto, o placar não se alterou. Aos 40 minutos, devido à ameaça de tempestade com trovões, o jogo foi paralisado, e o estádio evacuado.

O jogo ficou paralisado por mais de uma hora. No retorno, nos acréscimos, o Benfica teve um pênalti a seu favor após toque de mão de Malo Gusto. Ángel di Maria cobrou e igualou, levando a partida para a prorrogação.

No tempo extra, no entanto, a equipe portuguesa se viu diante de um problema logo no começo. O argentino Prestianni foi expulso após receber o segundo cartão amarelo, deixando o Benfica com 10 jogadores em campo.

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Se nos primeiros 15 minutos o Chelsea não conseguiu transformar a vantagem numérica em vantagem no placar, na reta final o desgaste físico se fez presente, e os gols saíram. Logo aos três, Nkunku marcou. Seis minutos depois, foi a vez do português Pedro Neto. Por fim, aos 12 da segunda etapa da prorrogação, Dewsbury-Hall deu números finais à partida.

Com o triunfo, o Chelsea tem um reencontro marcado com o Palmeiras, numa repetição do Intercontinental de 2021, vencido pela equipe inglesa.

da infância como doméstica à liderança sindical

Por MRNEWS:

Cercada pelas montanhas do Parque da Serra do Mendanha, está uma pequena casa, em uma rua de Vila Aliança, bairro da zona oeste do Rio de Janeiro. A porta desta casa, de muro verde água, fica sempre aberta. Os desavisados que entram correm o risco de tropeçar pipas, cerol e linha, explicados pelo entra e sai de crianças. É ali que mora Anazir Maria de Oliveira, a Dona Zica, de 92 anos, como ficou conhecida. Ela não tranca a porta, mas não só pelos bisnetos, que empinam pipa na rua. Liderança comunitária do bairro, que ajudou a urbanizar, ela é muito procurada por seu trabalho de referência política, social e religiosa ─ ela ainda é coordenadora na Pastoral Afro-Brasileira da Arquidiocese do Rio de Janeiro.

“O papel das igrejas, hoje, é incentivar a luta coletiva, principalmente, a juventude”, disse ela. “É preciso incentivar os jovens a estarem nos movimentos sociais, para que possam ampliar o conhecimento sobre a sociedade e contribuir para o seu próprio futuro, para que haja esperança, entende? Nossas conquistas nunca foram fáceis”, completou.

A trajetória de Dona Zica, que nasceu em Manhumirim, na zona da mata mineira, alcançou montes além dos do Medanha. Ela é uma das lideranças que fundaram, nos anos 1980, o Sindicato dos Trabalhadores Domésticos do Município do Rio de Janeiro, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e o Partido dos Trabalhadores (PT).

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Mas, para Zica, a luta das domésticas sempre foi a mais importante. Foi a profissão que ela exerceu por mais tempo: começou muito nova no ofício, aos 9 anos, quando chegou a ficar três meses sem salário. Hoje, o trabalho doméstico remunerado feito por crianças e adolescentes até 17 anos é proibido e considerado uma das piores formas de trabalho infantil, por expor as pequenas a riscos de violências e lesões. 

Dona Zica veio aos 11 anos para o Rio de Janeiro, acompanhar a mãe e um irmão, em busca de uma vida melhor. Na cidade natal, deixou para trás nove irmãos falecidos, que não resistiram àqueles tempos de desassistência. Em junho de 2025, Anazir completou 92 anos junto com os dez anos da Lei Complementar 150, que regulamentou os direitos trazidos pela PEC das Domésticas. Entre eles, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o seguro-desemprego, auxílio-creche, salário-família, adicional noturno, indenização por demissão sem justa causa e o pagamento de horas extras. 

A luta dela, no entanto, é bem anterior, quando empregadas domésticas sequer tinham direito a folga semanal remunerada. “Até 2013, não tínhamos uma lei que garantisse o descanso semanal. Era um benefício que, se os patrões quisessem, eles davam, se não quisessem, não, entendeu?”, explicou Anazir.

 

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Anazir Maria de Oliveira, conhecida como Dona Zica, 92 anos. Na foto, emoldurada a Medalha de Reconheimento Chiquinha Gonzaga concedida a ela pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Tânia Rêgo/Agência Brasil

Domésticas na Constituinte

Nos anos 1980, ao defender o descanso no Congresso Nacional, ela se deparou com o rechaço do deputado Amaral Neto (na época, do PDS, que serviu de base para formação do PFL, atual União Brasil). “Ele disse que, aos finais de semana, queria ser servido em casa. Mas nós respondemos que ele nunca mais teria um voto de empregada doméstica”, relembrou.

A atuação na Constituinte, em 1988, era para que as domésticas fossem consideradas uma categoria profissional. Zica liderou a Associação de Trabalhadoras Domésticas, naquele momento, quando a entidade foi transformada no Sindicato dos Domésticos do Rio. Ela trabalhava no Leblon, na zona sul, e, de noite, pegava um ônibus para Brasília, para conversar com parlamentares. No mesmo dia em que chegava na capital federal, ela voltava, direto para o trabalho. Com a nova Constituição, elas conseguiram férias remuneradas de 30 dias, o 13º salário, o direito ao aviso prévio e um dia de descanso pago durante a semana.

Para a atual presidenta do sindicato, Maria Izabel Monteiro, além da atuação pioneira, Zica é uma figura importante na defesa de avanços coletivos. “Estamos falando de direitos sociais das pessoas menos favorecidas, de direitos humanos”, frisou Monteiro. 

Alianças e avanços

Em entrevista à Agencia Brasil, Anazir falou sobre sua trajetória pessoal, o sindicato, destacou o papel da Igreja Católica na organização embrionária das domésticas em pastorais e do apoio do movimento feminista, de mais mulheres brancas.

Anazir Maria de Oliveira, conhecida como Dona Zica, 92 anos Tânia Rêgo/Agência Brasil

“A gente deu força para elas e elas nos deram força também. Adquirimos experiência na relação, pela trajetória de reivindicação que elas tinham acumulado”, saudou Anazir.

Trabalhou como lavadeira e passadeira por 40 anos, é mãe de seis filhos, e, depois dos 40 anos de idade, voltou a estudar: cursou duas universidades, de pedagogia e serviço social — que concluiu aos 83 anos. Em sua trajetória, a ativista transformou patroas em aliadas, que financiaram e apoiaram suas atividades. E também fez do esposo, Jair Benedito de Oliveira, seu parceiro. Ele faleceu em 1997, e todas as noites em que Zica saía para suas luta política ele esperava, da varanda, a companheira voltar de seus compromissos.

Zica reconhece os avanços das domésticas, mas defende que a lei inclua as diaristas, cujos salários e contribuições para previdência são mais baixos e vulneráveis. Ela defende a importância da carteira de trabalho, que vem sendo desprezada por categorias e jovens, e cobra fiscalização contra a informalidade, o trabalho doméstico escravo e infantil.

“Nós, trabalhadoras domésticas, temos uma herança que vem desde a escravidão. Todos os trabalhadores têm suas dificuldades, e patrões não pagam [salário] porque querem, pagam porque são obrigados. Mas as empregadas domésticas, mesmo com patrões sendo obrigados a pagar, têm que correr atrás. A gente vive ainda numa realidade em que o nosso trabalho, um trabalho braçal, deve ser feito sem nenhuma recompensa. Contribuímos para que os nossos opressores chegassem onde chegaram, com camisas bem passadas e alimentados. Mas essa dívida não foi paga”.

O Brasil tem 6 milhões de empregados domésticos, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2022, sendo que seis em dez são mulheres negras. Apenas três em dez contribuem para a previdência, e somente 24,7% têm carteira assinada. A categoria tampouco tem direito ao abono salarial, pago para quem ganha até dois salários mínimos, e só recebe três das cinco parcelas de seguro desemprego a que todos os demais trabalhadores com carteira assinada têm direito. 

Melhores trechos da entrevista 

 

Dona Zica é uma das fundadoras do Sidicato dos Trabalhadores Domésticos do Rio de Janeiro, da Central Única dos Trabalhadores(CUT) e do Partido dos Trabalhadores(PT) Tânia Rêgo/Agência Brasil

Agência Brasil: Quando a senhora começou a trabalhar como empregada e como foi o despertar para a defesa de direitos na profissão?

Dona Zica: A minha mãe era trabalhadora doméstica em uma fazenda, em Manhumirim. Nessa fazenda, ela criou os filhos dos patrões, e, ali, eu nasci, lidando com a plantação, a colheita de café. Vivi com ela até os meus 9 anos de idade, quando mamãe resolveu sair da área rural para a cidade. Então, ela me colocou para trabalhar com um dos filhos dos patrões que ela criou na fazenda. Eu tinha 9 anos, cuidava de duas crianças e fazia alguns serviços da casa. Mas minha mãe tinha noção da importância da escola, mesmo sem nunca ter frequentado. Eu fui a primeira pessoa da família a entrar em uma escola. Então, ela me deixou lá, desde que eu pudesse estudar.

Eu fiquei nesta casa até os 11 anos, quando começaram a atrasar o meu pagamento. No terceiro mês de atraso, eu fui embora para casa. E, aqui tem um fato que eu gosto muito de narrar, pois, mesmo eu sendo muito ingênua, uma menina, na época, depois de meses de atraso no pagamento, depois do patrão ter dito que não ia me pagar se eu não voltasse a trabalhar, eu decidi que ele ia me pagar. E, como eu gostava muito de estudar ─ estudava com filhos da classe média, com financiamento [de bolsa] da Caixa Escolar, em uma escola de freiras, naquela época não tinha escola pública ─ eu sonhava com os cadernos bonitos, tabuada, deles, que minha mãe não tinha condições de comprar. Certo dia, eu passei na loja e comprei os cadernos. Pendurei tudo na conta dos patrões.

Quando ele foi lá em casa reclamar, eu apenas respondi que: gastei o que o senhor me devia. E minha mãe me apoiou. Sempre gosto de relatar esse fato para chegar nas trabalhadoras domésticas. Porque eu vejo nesse acontecimento, sem eu ter nenhum conhecimento, nenhuma informação, a minha primeira reivindicação dos meus direitos enquanto trabalhadora doméstica.

Agência Brasil: A senhora pode nos contar sobre sua participação na fundação do Sindicato dos Trabalhadores Domésticos, como começou a mobilização?

Dona Zica:  A luta do sindicato começa aqui na comunidade. Depois da minha segunda remoção (Zica foi removida de São Cristovão para a Penha, e da Penha para Vila Aliança), para cá, a gente começa a formar grupos para discutir melhorias sociais para o bairro e recebe muito apoio da Igreja [Católica]. A Igreja incentiva a formação de grupos pastorais sociais. E, nesses pastorais, em meados dos anos 1970, o padre Bruno, um padre italiano, falou sobre a pastoral do trabalhador. E me chama para participar dessa pastoral do trabalhador, representando as empregadas domésticas ─ aqui tinha muita doméstica. Esse padre tinha uma visão de mundo maravilhosa.

Eu chamo duas amigas, e a gente começa a participar dessas reuniões, mas com uma dificuldade muito grande, pois, os assuntos, dissídio, negociação coletiva, data-base, não tinham nada a ver com a gente. Então, chamei as meninas para conversar e falei: a gente não entende nada do que os homens falam, vamos criar um grupo para nós? E desafiamos os trabalhadores a levarem suas esposas e filhos, que eram empregados domésticos. Nosso grupo ia ser  bem maior. E foi. O padre deu apoio. Em 1976, fizemos o nosso primeiro encontro de domésticas aqui na comunidade. E, quando nós olhamos para aquele grupo, não sabia nem o que falar para aquelas mulheres. E agora? O que vou falar para elas? Não sabia como a gente ia conduzir o trabalho. Aí, eu falei assim: “Vamos falar mal das patroas”. Hoje, eu entendo que foi uma roda de conversa, uma troca de experiência muito boa. E foi quando eu descobri a carteira assinada. Como diarista, eu achava que não tinha direito à carteira, mas eu tinha. E foi quando eu me registrei e começou a correr o tempo para a minha aposentadoria.

Agência Brasil: Como a senhora falou com a sua patroa? A senhora já estava há muito tempo trabalhando na mesma casa?

Dona Zica: Eu trabalhava para três famílias, mas sempre tem uma família que é mais próxima. Esta, mais próxima, que fiz uma amizade além do trabalho, em 1976, depois dessa reunião que nos reunimos para falar das patroas, pedi para assinar a minha carteira. Estava lá há quatro anos. A relação das empregadas domésticas com as patroas é muito tímida, muitas não têm coragem de chegar e colocar o problema. Mas com essa patroa, de quem sou amiga até hoje, havia uma relação honesta entre nós. É preciso conversar. Eu era passadeira nessa casa, e, lá, não parava mensalista, a patroa era muito exigente. E eu largava o ferro para explicar, que aquela não era a casa da empregada, que ali ela não podia se sentir à vontade, fazer a refeição que quisesse… De tanto conversar, um dia, a mãe dela disse para mim: “Zica, eu tenho uma coisa para te falar”. Eu perguntei:o que foi D. Elsa? E ela respondeu: “Você transformou minha filha numa comunista”. Rimos.

 

Dona Zica, 92 anos, mostra arquivo pessoal a reportagem da Agência Brasil em sua casa. Tânia Rêgo/Agência Brasil

Agência Brasil: Qual foi a participação da Igreja Católica na organização do movimento de domésticas?

Dona Zica: Em 1976, a gente criou esse grupo em Vila Aliança. Em 1978, era um grupo de empregadas domésticas da zona oeste. Nós conseguimos montar grupos de trabalhadoras em várias paróquias. As igrejas incentivaram muito. De Magalhães Bastos a Santa Cruz, nós tínhamos grupos e vimos a necessidade de procurar outros espaços de conhecimento, com outros trabalhadores, com os homens, que passaram a nos apoiar. Passamos a conhecer os sindicalistas. E, nessas conversas, descobrimos que já existia uma associação de empregadas domésticas, fundada em 1961, da qual nos aproximamos. E a nossa consciência e envolvimento vão crescendo até que sou eleita presidenta em 1982. Esse momento foi muito rico, porque a classe trabalhadora estava organizada, e os sindicatos, fortalecidos. Nós nos integramos, tivemos muito apoio dos demais.

Agência Brasil: E, hoje, qual deve ser o papel das igrejas, em geral, nos movimentos sociais, comunitários e dos trabalhadores?

Dona Zica: Os movimentos sindicais e as igrejas foram os que mais fortaleceram nossa luta. As pastorais, de favela, de trabalhadores, tinham a ver com a gente, e nós começamos a buscar uma integração com essas pastorais [grupos organizados pelas dioceses, que se reúnem para discutir temas específicos e promover a comunhão].  

Agência Brasil: Em defesa das domésticas, qual foi a participação dos movimentos negro e de mulheres?

Dona Zica: O movimento feminista era um movimento de patroas, mas nós chegamos junto porque também queríamos defender nossos direitos enquanto mulheres. A gente deu força para elas e elas nos deram força também. Adquirimos força e experiência. Com elas, aprendemos que tínhamos força e o direito de ter direitos.

Anazir Maria de Oliveira, conhecida como Dona Zica, 92 anos Tânia Rêgo/Agência Brasil

Naquela época, a gente queria usar calça comprida. Mas meu marido, machista, falava que “o homem dentro de casa sou eu”. E a luta feminista nos ajudava a entender que, assim como homem, a gente trabalhava, investia na família da mesma forma, então podíamos usar uma calça jeans, porque devíamos ser tratadas como iguais em todos os aspectos. E, assim, na Constituinte, tínhamos muito apoio dos movimentos. Tinha a Benedita da Silva, que foi e é o maior instrumento para nós. Ela apoiou e investiu muito na nossa pauta.

Agência Brasil: Olhando para trás, desde o início da luta das domésticas, a Lei Complementar 150 foi suficiente?

Dona Zica: Os nossos direitos vieram parcelados. Em 1972, conquistamos o direito à Previdência Social, à aposentadoria. Depois da Constituinte, avançamos mais um pouco. Mas, só em 2013, conseguimos equiparar os direitos aos demais trabalhadores. A PEC e a LC 150 foram o auge de uma luta que vem desde a década de 1960. Foram esses anos todos para alcançar os direitos dos outros trabalhadores, mas ainda precisa avançar no direito das diaristas, por exemplo, que sofrem injustiça. Muitas foram demitidas, na época da PEC, para não terem que ser regularizadas, ou seja, estão sem carteira.

Agência Brasil: Como a senhora vê grupos de trabalhadores e jovens contra a carteira assinada, enquanto as domésticas querem a formalização?

Dona Zica: Muitos trabalhadores já tiveram a CLT e nós não tínhamos nada. Queremos entrar porque não tem nada que nos garanta. Nós temos valor para a economia.

Agência Brasil: Por que a sociedade tem dificuldade de ver valor social nas empregadas? Como enfrentar esse problema?

Dona Zica: Nós, trabalhadoras domésticas, temos uma herança. Uma herança que vem desde a escravidão. Porque as mulheres negras sempre foram as prestadoras de serviços para as famílias, como se nós não tivéssemos a nossa própria vida, certo? Então, assim, eu acho que, hoje, apesar [das cobranças] do movimento negro, as empregadas ainda não estão totalmente emancipadas da escravidão.

Eu sei que todos os trabalhadores têm suas dificuldades, e os patrões não pagam [salário] porque querem, pagam porque são obrigados. Mas as empregadas domésticas, mesmo com patrões sendo obrigados a pagar, elas têm que correr atrás. A gente vive ainda numa realidade de que o nosso trabalho, um trabalho braçal, deve ser feito sem nenhuma recompensa. Contribuímos para que os nossos opressores chegassem aonde chegaram, com camisas limpas e bem passadas e alimentados. Mas essa dívida não foi paga.

 

Anazir Maria de Oliveira, conhecida como Dona Zica, começou a trabalhar como doméstica aos 9 anos e se formou assistente social aos 83 – Tânia Rêgo/Agência Brasil

Agência Brasil: Como a senhora vê o Congresso Nacional hoje, há espaço para avançar com ampliação de direitos das domésticas e demais trabalhadores?

Dona Zica: Do jeito que está, não só as domésticas, mas a classe trabalhadora, precisam voltar a se mobilizar. É preciso voltar com a formação política. As lutas precisam ser em conjunto. Se uma categoria está revoltada, precisa se unir a outras. A sociedade, junta, em luta, consegue mudanças. A luta política e social é a luta por construção de futuros.

Agência Brasil: Por fim, como a senhora trouxe seu esposo para o movimento, como os homens podem apoiar as esposas que são sindicalistas?

Dona Zica: Quando eu comecei a participar das discussões de organização de uma possível central sindical, eu viajei muito. Tinha muitos encontros fora do Rio, essa coisa toda. Eu me casei com 17 anos, mas só fui sair de casa sem marido e filho em 1976, já com 43 anos, quando comecei as andanças da igreja. Naquela época, a maioria dos sindicalistas também eram atuantes nas pastorais. E, assim, fui conversando com meu esposo, com bastante antecedência, avisando sobre os eventos.

No começo, ele me perguntava: “Mas essas mulheres não têm o que fazer dentro de casa? Para passar um dia todo fora?”, mas fui dobrando ele, explicando o que discutíamos, relatava as discussões e o motivo de chegar tarde em casa. Então, com o tempo, ele, pedreiro, foi me ajudando a organizar os congressos e atividades. E a ficar com os filhos, crescidos, já, e a casa.

 

 

Especialista avalia que Brasil não quer que o Brics seja antiocidental

Por MRNEWS:

Dentro de exatamente uma semana, o Rio de Janeiro será a capital do Brics, o grupo de países emergentes formado inicialmente por Brasil, Rússia, Índia e China e que se ampliou a ponto de reunir 11 países-membros e dez parceiros. A reunião de cúpula, que durará dois dias, é o ponto alto da presidência rotativa do grupo, ocupada pelo Brasil este ano.

O fato de o país liderar formalmente os debates entre os chefes de Estado e de Governo que estarão no domingo (6) e na segunda-feira (7) no Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro, com vista privilegiada para a Baía de Guanabara, faz com que o Brasil possa dar o contorno das discussões.

Na avaliação do especialista em relações internacionais Feliciano de Sá Guimarães, o Brasil não deve permitir que o Brics seja um bloco antiocidental, se afastando dos Estados Unidos e da Europa, apesar de que, sim, o Brics se propõe a ser uma nova ordem mundial.

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Feliciano Guimarães é professor do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (USP) e diretor acadêmico e pesquisador sênior do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri), um centro de estudos independente, sediado no Rio de Janeiro.

“O Brasil jamais vai deixar isso acontecer. O nosso objetivo não é entrar em conflito com o Ocidente”, diz.

O professor pondera ainda que a ampliação do Brics dá mais poder ao grupo, mas ressalva, no entanto, que em um primeiro momento pode diluir a relevância do Brasil.

“Agora isso está diluído porque você tem novos membros plenos, como Irã, Etiópia, Emirados Árabes Unidos e Indonésia, e você tem os associados, que são vários”, explica.

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Em entrevista à Agência Brasil, o professor, também editor associado da revista Foreign Policy Analysis e editor-chefe da Cebri-Revista, aponta como o Brasil deve tratar a opção de moedas nacionais, em vez do dólar americano, no comércio entre os países-membros.

De acordo com Feliciano Guimarães, juntamente com a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) e o G20, grupo de 19 países mais as uniões Europeia e Africana, a presidência brasileira no Brics é uma forma de recuperar prestígio internacional e sair do isolamento promovido em quatro anos do último governo. 

O professor trata ainda de temas como inteligência artificial e do banco do Brics, “o mais importante produto de sucesso que o Brics criou”, que atrai até países de fora do grupo, avalia. 

Agência Brasil: Qual o papel atual do Brics no mundo e qual a importância de a cúpula de líderes acontecer no Brasil?

Feliciano Guimarães: O Brics é um grupo de países que se sentia sub-representado, principalmente nas instituições econômicas e financeiras, lá nos anos 2000 e 2009, quando o Brics foi criado, e que, nos últimos 15 anos, se tornou um grande grupo de reforma da ordem internacional, de melhora do relacionamento entre os membros. Se você nota o relacionamento do Brasil e da China, do Brasil e da Índia, do Brasil e da Rússia, antes e pós-Brics, você nota a melhora do adensamento desse relacionamento. O Brics serve como um catalisador disso. Não é à toa que você tem 30 países que querem entrar no Brics. E também construir outras instituições internacionais que representam o melhor interesse desses países, como o New Development Bank [NDB, Novo Banco de Desenvolvimento, também conhecido como Banco do Brics], liderado pela ex-presidente Dilma [Rousseff] e o CRA [Acordo de Reserva Contingente, na sigla em inglês], um tratado internacional que favorece esses países, caso eles tenham crises macroeconômicas. Então, o Brics tem esse papel de representar uma ordem internacional reformada.

Agência Brasil: Nos últimos anos, o grupo, que tinha cinco integrantes, optou pela ampliação de membros e países parceiros. Qual a leitura que você faz desse movimento?

Feliciano Guimarães: De um modo geral, o aumento significa a força do Brics. O Brics tem uma incrível força de atração, muitos países querem entrar e ainda tem uma lista de países esperando. O G7 [formado por Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Alemanha, Japão, França e Itália] é um grupo exclusivista, fechado, ninguém sabe como faz para entrar no G7, o máximo que os países do G7 fazem é convidar esporadicamente um presidente ou outro, como foi o [convite ao presidente] Lula, ao primeiro ministro da Índia, nas reuniões, mas ninguém sabe qual é o método para você pedir para virar membro do G7. O Brics, pelo contrário, mostra a força e a flexibilidade. Por outro lado, para o Brasil, aumentar o número de membros é negativo no curto e no médio prazos porque faz com que o privilégio que o Brasil tem de participar de um grupo de cinco países cujos três membros – Índia, Rússia e China – são grandes potências ou, se não grandes potências, países muito importantes na ordem internacional, como no caso da Índia, agora isso está diluído, porque você tem novos membros plenos, como Irã, Etiópia, Emirados Árabes Unidos e Indonésia, e você tem os associados, que são vários. Então você tem um novo equilíbrio, existe um novo Brics, um Brics antes e depois dessa ampliação. Ainda é muito cedo para dizer se é muito bom para o Brasil, se é bom, ou se é ruim. Em um primeiro momento, é mais negativo que positivo, mas é positivo no longo prazo porque aumenta a força do Brics como um grupo.

Agência Brasil: Existe a tentativa de formar uma nova ordem mundial calçada no multilateralismo?

Feliciano Guimarães: O Brics é a representação de uma nova ordem internacional. Não uma ordem que substitui a ordem liberal antiga, mas uma que procura reformar a ordem liberal liderada pelos Estados Unidos durante todas essas últimas décadas, para se tornar uma ordem cada vez mais inclusiva e que tenha mais representatividade dos países em desenvolvimento, do Sul Global, mas também do Norte Global, baseado na ideia de igualdade, equilíbrio de poder e tudo mais. O Brics representa uma tentativa, um grupo que tenta reformar as outras instituições internacionais vigentes, sistema das Nações Unidas, FMI [Fundo Monetário Internacional], Banco Mundial, OMC [Organização Mundial do Comércio] e criar instituições paralelas como o NDB, o CRA e talvez outras no futuro.

Agência Brasil: O crescimento de relevância do Brics é uma ameaça à hegemonia de potências ocidentais ou apenas um equilíbrio de forças em prol de mais cooperação internacional?

Feliciano Guimarães: É a segunda parte. Não há dúvida de que países dentro do Brics, principalmente com a entrada do Irã agora, ou mesmo a Rússia, em certos momentos querem que o Brics se torne um grupo antiocidental, mas o Brasil jamais vai deixar isso acontecer, vai sempre lutar para que isso não aconteça. Somos um país próximo do Ocidente, muita gente no Brasil se considera parte do Ocidente, e o nosso objetivo não é entrar em conflito com o Ocidente, do ponto de vista político ou geopolítico. A ideia do Brics é melhorar a cooperação entre os países que se sentiam sub-representados na ordem internacional liderada pelos Estados Unidos e pelos europeus.

Agência Brasil: Rússia e Irã fazem parte do Brics. Os dois países têm conflitos regionais. Irã com Israel [com recente cessar-fogo]; Rússia com a Ucrânia. O Brics pode ser um espaço para a busca da paz nessas regiões ou o fato de Ucrânia e Israel estarem de fora inutiliza esse fórum?

Feliciano Guimarães: O Brasil não busca transformar o Brics em uma plataforma geopolítica e isso aumenta muito os riscos e os custos. As prioridades da presidência brasileira são cooperação Sul-Sul, cooperação na área de saúde, investimentos, mudança climática. Não envolve questões de segurança e defesa. É claro que na hora em que você coloca o Irã, que acabou de ser atacado por Israel, e Rússia, em guerra com a Ucrânia, esses países trazem essas questões geopolíticas. A reunião dos ministros de Relações Exteriores que aconteceu no Rio de Janeiro há alguns meses já mostrou essa dificuldade, porque envolvia a discussão, dentro da ideia de reforma da ordem, a reforma do Conselho de Segurança (CS) das Nações Unidas. Com novos membros, como Egito, aí já entra em conflito com a África do Sul, porque tem a posição africana em relação à reforma do CS, então gera um monte de dificuldades. O Brasil lançou uma nota condenando o ataque israelense [contra o Irã] muito dura e depois o Brics lançou uma nota condenando o ataque israelense, também muito dura, porque o Irã agora é um membro. Isso mostra as dificuldades que o Brasil terá daqui para diante em relação ao Brics, porque essas questões de segurança e defesa que o Brasil não quer tratar no Brics são automaticamente trazidas para o grupo.

Agência Brasil: O Brics tem quase metade da população mundial e robusta corrente de comércio entre os países. Há espaço para fazer transações comerciais fora do guarda-chuva do dólar, uma vez que os Estados Unidos não fazem parte do grupo? O presidente americano, Donald Trump, já se mostrou contrário a movimentos nesse sentido. 

Feliciano Guimarães: O Brasil tem diminuído a ênfase nesse debate porque sabe da sensibilidade desse debate na Europa e, principalmente, nos Estados Unidos, porque é a moeda americana que está sendo questionada. O que o Brasil faz é continuar os debates, mas focado na discussão de trocas comerciais e não de formação de reserva de moeda estrangeira. O que são trocas comerciais? É você tentar fazer com que o chamado R5, as cinco moedas originais do grupo, que começam com a letra R – real [Brasil], rublo [Rússia], rupia [Índia], renminbi [China] e rand [África do Sul] -, transacionarem mais entre elas no comércio. O Brasil já faz uma parte do seu comércio com a China entre real e renminbi, sem passar pelo dólar. Há especulação de que uma parte importante do comércio entre Brasil e Rússia tenha passado entre real e rublo, sem passar pelo dólar, ou passando pelo renminbi no meio. Então isso tem aumentado, e para isso aumentar, você tem que passar por um conjunto de mudanças legislativas dentro do Brasil e no outro país para que os bancos reconheçam a moeda um do outro, porque eles estão acostumados e tradicionalmente usam o dólar. Mas nós não podemos fazer um debate agressivo da desdolarização porque as nossas reservas internacionais, de US$ 360 bilhões [cerca de R$ 2 trilhões], que são fundamentais para proteção macroeconômica do Brasil, são 75% delas baseadas no dólar americano, em títulos da dívida americana. O enfraquecimento abrupto do dólar no mercado internacional afeta a nossa própria reserva. Não podemos fazer isso. Temos que lentamente diversificar as nossas reservas.

Agência Brasil: O encontro de chanceleres do Brics em abril, também no Rio de Janeiro, fechou posição contrária ao protecionismo desencadeado pela guerra tarifária promovida por Trump. Essa pauta deve ainda permear o encontro da semana que vem?

Feliciano Guimarães: Essa questão da guerra tarifária com o Trump vai, obviamente, fazer parte dos debates da declaração final do Brics e vai ser um debate crítico, porque o Trump está atacando todos os países. Então o Brics está em posição conjunta. Seria interessante se coordenasse as suas ações em relação a como responder o Trump. Dá muito mais força aos países do Brics. É uma coisa sensível, mas seria interessante.

Agência Brasil: O Brics tem poder de persuasão para apontar caminhos para temas em voga, como transição energética e regulamentação de big techs e da inteligência artificial (IA)?

Feliciano Guimarães: Com certeza. Esses três temas fazem parte da agenda oficial do Brasil. O Brics é uma forma de concertação política, ou seja, os atores escutam uns aos outros, tomam posições, emitem declarações de soft law, não têm poder mandatório. Depois, essas declarações têm que ser, caso você queira mudar alguma coisa, internalizada, transformada e mudar as leis internas dos países. Então, o nosso debate sobre IA que tem no Congresso brasileiro é levado para uma discussão de uma forma ou de outra pela delegação brasileira, e aí você tem as discussões gerais sobre o Brics em relação à IA. O documento que sair de lá pode servir de base para influenciar o nosso debate aqui interno.

Agência Brasil: Qual o papel do banco do Brics (NDB), presidido pela ex-presidente Dilma Rousseff?

Feliciano Guimarães: O NDB é ótimo, é o mais importante produto de sucesso que o Brics criou. Os cinco países originários têm cada um 15% das cotas, o que controla totalmente de forma igualitária. Cada país põe 15% desse orçamento geral, tem que tirar do seu orçamento nacional, em dólar, que é a moeda. Depois isso é distribuído entre os países-membros conforme os pedidos de projetos. Esses projetos de infraestrutura, transição energética, têm que ser sempre green, ou seja, de baixo impacto de carbono. Então, é o banco que tenta ter parâmetros de dispêndios de empréstimos dentro da nova tendência internacional de green investment, o investimento verde. Precisa ter mais orçamento no NDB, mas sempre tem essa limitação, e agora você nota que tem novos membros entrando. A Colômbia entrou, Uruguai, Bangladesh, esses países nem são membros plenos do Brics, mas podem ser membros do NDB.

Agência Brasil: O Brasil sediou a reunião do G20 no ano passado, também no Rio, agora faz a Cúpula do Brics e prepara a COP30, em Belém, em novembro. A liderança nesses encontros almeja quais objetivos?

Feliciano Guimarães: O objetivo geral é a reposição do Brasil no cenário internacional depois de quatro anos de [governo do ex-presidente Jair] Bolsonaro [2019-2022], em que o nosso prestígio internacional declinou muito, entramos em um período de isolamento político muito forte. O Brasil teve a chance de organizar essas três grandes conferências e recolocar o Brasil no centro de discussões de temas centrais para nós. O G20 trata de todos os temas da ordem internacional, menos defesa e segurança; a COP30 é a mudança climática, nosso tema fundamental, onde temos um poder maior na discussão. É um pouco isso, a recuperação das credenciais internacionais do Brasil e o uso dessas plataformas para atingir objetivos para o desenvolvimento brasileiro.

Entenda o Brics

O Brics é formado por 11 países-membros: África do Sul, Arábia Saudita, Brasil, China, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia, Índia, Irã e Rússia. Essas nações representam 39% da economia mundial e 48,5% da população do planeta.

Os países que têm status de parceiros são Belarus, Bolívia, Cazaquistão, Cuba, Malásia, Nigéria, Tailândia, Uganda, Uzbequistão e Vietnã, que anunciou a adesão no início de junho.

O grupo não chega a ser uma organização internacional ou um bloco formal. Por exemplo, não tem um orçamento próprio ou secretariado permanente.

Fundado em 2006, o grupo era Bric, iniciais de Brasil, Índia, Rússia e China. Em 2011, o acrônimo ganhou o s, de South Africa (África do Sul, em inglês).

Em 2023, o grupo passou a incluir Egito, Etiópia, Irã, Arábia Saudita – ainda no processo de formalização – e Emirados Árabes Unidos. A Argentina chegou a ser convidada, mas sob a presidência de Javier Milei, recusou o ingresso. Em 2024, a Indonésia passou a fazer parte do grupo.

Os países-membros se alternam ano a ano na presidência do bloco. O Brasil será sucedido pela Índia em 2026.

PSG goleia Inter Miami e avança às quartas de final da Copa de clubes

Por MRNEWS:

O Paris Saint-Germain, atual campeão da Liga dos Campeões da Europa, confirmou o favoritismo e goleou o Inter Miami por 4 a 0, neste domingo (29), pelas oitavas de final da Copa do Mundo de clubes da Fifa.

Com o resultado, conquistado com gols marcados todos no primeiro tempo, a equipe francesa aguarda pelo vencedor do duelo entre Flamengo e Bayern de Munique, ainda neste domingo, para saber quem enfrentará na próxima fase. João Neves (2), Aviles (contra) e Hakimi marcaram os gols do PSG.

O duelo, realizado em Atlanta, foi dominado pelo PSG desde o começo. Logo aos cinco minutos, o português João Neves abriu o placar de cabeça, completando falta cobrada pelo lado esquerdo do ataque do time francês.

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O próprio Neves ampliou aos 38, após erro na saída de bola da equipe norte-americana. Fabian Ruiz apenas rolou para o português completar para o gol.

O terceiro veio logo depois, aos 43. Doué cruzou com força pela direita, e Aviles não conseguiu evitar o desvio para o próprio gol, marcando contra.

O PSG ainda marcou mais um nos acréscimos, quando Hakimi pegou rebote do próprio chute no travessão e estufou as redes do Inter Miami.

Na segunda etapa, com o jogo já resolvido, as atrações ficaram por conta do craque argentino Lionel Messi, tentando marcar um gol de honra, e a entrada de Ousmane Dembélé, que chegou lesionado aos Estados Unidos e ainda não havia estreado na competição. Ele entrou em campo aos 16 minutos, no lugar de João Neves.

Alexandre Pato encontra nova forma de ajudar financeiramente a família de Juliana Marins

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Alexandre Pato encontra nova forma de ajudar financeiramente a família de Juliana Marins

Por MRNEWS:

Alexandre Pato encontra nova forma de ajudar financeiramente a família de Juliana Marins

O ex-jogador Alexandre Pato segue prestando apoio à família da publicitária Juliana Marins, jovem brasileira de 26 anos que perdeu a vida em um trágico acidente no Monte Rinjani, na Indonésia. Após oferecer-se para custear o traslado do corpo da vítima ao Brasil, Pato encontrou outra forma de prestar solidariedade: agora, ele se comprometeu a colaborar financeiramente com os custos do funeral e com despesas emergenciais da família.

Juliana, que trabalhava na área de marketing de influência, faleceu após uma queda durante uma trilha guiada em uma das regiões montanhosas mais desafiadoras do sudeste asiático. O caso repercutiu nas redes sociais e comoveu milhares de brasileiros, especialmente após o relato do guia local Agam Rinjani, que tentou resgatá-la, e o engajamento de celebridades como Preta Gil, ex-patroa da jovem.

Pato, que vem demonstrando sensibilidade diante da tragédia, utilizou suas redes sociais para reforçar a importância da empatia em momentos de dor. Segundo pessoas próximas, ele não apenas contribuiu financeiramente como também ajudou a mobilizar contatos e apoiadores para que a família recebesse toda a assistência necessária.

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Além da ajuda direta, o jogador teria feito contato com amigos influentes em agências de turismo e segurança internacional, sugerindo iniciativas para que tragédias como a de Juliana possam ser evitadas no futuro — como a exigência de guias mais preparados e rotas mais seguras para trilhas internacionais com turistas brasileiros.

A atitude do ex-atacante do São Paulo, Milan e Chelsea foi amplamente elogiada pelos internautas, que destacaram sua postura generosa fora dos campos. “Um gesto de humanidade e respeito com a dor alheia. Isso é muito maior que qualquer gol”, comentou uma seguidora em uma publicação sobre o caso.


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Alexandre Pato se oferece para pagar traslado do corpo de Juliana Marins: “Ela merece descansar em paz ao lado da família”

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Família de Juliana Marins reclama de descaso de aérea no traslado

O ex-jogador Alexandre Pato comoveu as redes sociais ao se oferecer para custear o traslado do corpo da brasileira Juliana Marins, de 26 anos, que faleceu após cair de um penhasco no Monte Rinjani, na Indonésia. Sensibilizado com a tragédia e com a repercussão nas redes, Pato buscou contato com os familiares da jovem para prestar apoio e assumir os custos do retorno do corpo ao Brasil.

A atitude de solidariedade ganhou repercussão após o ex-atleta procurar o perfil “Alfinetei” no Instagram em busca de informações sobre os familiares da vítima. Após conseguir contato com o pai de Juliana, Pato confirmou seu desejo: “Quero pagar esse valor para que todos tenham paz e para que ela possa descansar ao lado da família”, declarou.

Custo elevado e sem apoio do governo

O valor estimado para o traslado do corpo gira entre R$ 20 mil e R$ 30 mil, conforme informações do Itamaraty. Pelas regras do Decreto nº 9.199/2017, o governo brasileiro não cobre esse tipo de despesa, considerada de natureza privada. A família recebe apenas suporte consular e ajuda na emissão de documentos necessários para o transporte internacional.

Com a decisão de Pato, a família de Juliana poderá seguir com o processo de repatriação com mais tranquilidade, em meio à dor da perda e às dificuldades logísticas envolvidas.

Tragédia no Monte Rinjani

Juliana Marins era uma jovem aventureira e ativa nas redes sociais, onde compartilhava suas experiências em trilhas e viagens. Ela caiu de uma encosta durante uma trilha no Monte Rinjani, um dos vulcões mais conhecidos da Indonésia. O corpo foi localizado após quase quatro dias de buscas intensas, em uma área de difícil acesso, e só foi resgatado com o auxílio de cordas por uma equipe de sete socorristas da Basarnas, agência nacional de resgate da Indonésia.

Infelizmente, Juliana já estava sem vida quando foi encontrada. As causas exatas da queda ainda estão sendo investigadas pelas autoridades locais.

Histórico de solidariedade

Essa não é a primeira vez que Alexandre Pato se envolve em causas humanitárias. Em 2018, o ex-jogador ajudou financeiramente no tratamento da influenciadora digital Nara Almeida, que enfrentava um câncer raro. Sua atuação solidária reforça a imagem de uma figura pública engajada e disposta a ajudar em momentos críticos.

A atitude de Pato foi amplamente elogiada por internautas, que destacaram a importância da empatia e da compaixão em tempos tão difíceis.


Tags: juliana marins, alexandre pato, traslado internacional, monte rinjani, solidariedade, caso juliana marins, celebridades, indonésia.

 

Por EBC,

O corpo de Juliana Marins foi resgatado nesta quarta-feira (25) da cratera do Monte Rinjani pelas equipes de socorro da Indonésia. A informação foi confirmada pela Agência Nacional de Busca e Resgate (Basarnas), em entrevista a uma emissora de TV local.

Brasileira, Juliana fazia uma trilha na borda do vulcão quando caiu na cratera e deslizou por centenas de metros, na manhã de sábado (21). Por conta das condições meteorológicas diversas, terreno complicado e problemas na logística das operações de resgate, Juliana não foi resgatada a tempo.

Apenas na terça-feira (24), um resgatista conseguiu chegar até ela, mas a brasileira já tinha morrido.

Homenagem

O pai de Juliana, Manoel Marins, fez uma homenagem para a filha em suas redes sociais.

“No início deste ano [ela] nos disse que faria esse mochilão agora enquanto era jovem e nós a apoiamos. Quando lhe perguntei se queria que lhe déssemos algum dinheiro para ajudar na viagem, você nos disse: jamais. E assim você viajou com seus próprios recursos que ganhou como fruto do seu trabalho. E como você estava feliz realizando esse sonho. E como nós ficamos felizes com a sua felicidade. Você se foi fazendo o que mais gostava e isso conforta um pouco o nosso coração”, finalizou.

Ato em SP reúne apoiadores de Bolsonaro contra julgamento no STF

Por MRNEWS:

Com o mote de “Justiça Já”, uma manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo, reuniu apoiadores do ex-presidente da República Jair Bolsonaro. O ato protesta principalmente contra o julgamento de Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF), no qual o ex-chefe do Executivo é acusado de liderar uma tentativa de golpe de Estado em 2022. Há apenas dois dias, o ministro do STF, Alexandre de Moraes, abriu prazo para as alegações finais do processo que investiga a trama golpista.

Durante o ato realizado na tarde deste domingo (29), os manifestantes também exibiram faixas pedindo anistia aos condenados pelo STF pelos ataques de 8 de janeiro às sedes dos Três Poderes, além de bandeiras de apoio a Israel e aos Estados Unidos.

Eles também criticaram as mudanças do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) propostas em decreto do governo federal e as fraudes no Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) descobertas pela Polícia Federal.

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Além de Bolsonaro, o ato contou com a presença do pastor evangélico Silas Malafaia, principal organizador do ato, e dos governadores Tarcísio de Freitas (São Paulo), Romeu Zema (Minas Gerais) e Jorginho Mello (Santa Catarina). Todos eles subiram ao caminhão de som que foi posicionado ao lado do Parque Trianon, no cruzamento entre a Avenida Paulista e a Rua Peixoto Gomide.

Vestidos de verde e amarelo, os apoiadores do ex-presidente estiveram concentrados na tarde deste domingo em apenas um quarteirão da Avenida Paulista, em frente ao Parque Trianon, entre a Rua Peixoto Gomide ─ onde estava o caminhão com as autoridades ─ e o Museu de Arte de São Paulo (Masp). Havia também uma concentração de apoiadores em frente à sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Conforme o Monitor do Debate Político do Cebrap e a ONG More in Common, o ato contou com 12,4 mil pessoas. O cálculo é feito por imagens capturadas por drones e softwares de inteligência artificial, que calculam a quantidade de manifestantes. O mesmo método foi utilizado no ato anterior do ex-presidente, em 6 de abril, quando foi registrada a presença de 44,9 mil pessoas na avenida Paulista. 

Discursos

Saudado com gritos de “mito”, o ex-presidente subiu ao palco para pedir aos seus apoiadores que ajudem a eleger 50% da Câmara e do Senado nas eleições de 2026 para “mudar o Brasil”. Segundo o ex-presidente, se a direita quer que o “nosso time seja campeão, temos que investir e acreditar” e entender que “as coisas não acontecem de uma hora para outra”.

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Em seu discurso, o ex-presidente também defendeu a anistia aos manifestantes condenados pelos atentados do 8 de janeiro. “Apelo aos três poderes da República para pacificar o Brasil. Liberdade para os inocentes do 8 de janeiro”, falou. Segundo ele, a anistia “é um remédio previsto na Constituição” e o caminho para a pacificação.

Antes de Bolsonaro, também discursaram o pastor Silas Malafaia e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, o mais aplaudido pelo público durante o ato.

Em seu discurso, Malafaia criticou as prisões determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes durante o processo que investiga a tentativa de golpe no dia 8 de janeiro e chamou o ministro de ditador. Ele também criticou o fato de a investigação sobre Bolsonaro estar baseada em delações do ex-ajudante de Bolsonaro, o coronel Mauro Cid.

“Ele [Moraes] pensou rápido: se eu prender o coronel [Mauro] Cid, a delação dele cai, e se a delação dele cai, toda a sustentação da denúncia do PGR [Procurador-Geral da República] Paulo Gonet, que está jogando a reputação dele na lata do lixo, está sustentada na delação fajuta do coronel Cid”, disse Malafaia.

o governador de São Paulo defendeu a anistia aos condenados pelos ataques contra as sedes do Legislativo, Executivo e Judiciário, no 8 de janeiro, e centrou críticas no governo do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Estamos aqui para pedir justiça, anistia, pacificação e para orar pela esperança e pelo futuro”, disse ele. “Em dois anos e sete meses, [o atual governo] destruiu tudo. O Brasil não aguenta mais. O Brasil não aguenta mais o gasto desenfreado, a corrupção, o governo gastador e o juro alto. O Brasil não aguenta mais o PT”, falou o governador.

Para o governador, a missão de Bolsonaro “não acabou” e ele ainda vai fazer diferença no país. “Volta, Bolsonaro”, disse Tarcísio. Bolsonaro, no entanto, foi condenado pelo Tribunal Superior Eleitoral e declarado inelegível até 2030 por abuso de poder.

Alegações finais

O julgamento de Bolsonaro e dos outros integrantes no núcleo 1 do processo entrou no período de alegações finais a partir de despacho do Ministro Alexandre de Moraes, publicado na última sexta-feira.

Pelo despacho, a partir da intimação, a Procuradoria-Geral da República (PGR) terá o prazo de 15 dias para apresentar sua versão final dos fatos investigados. Após esse tempo, o delator do complô golpista, o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, terá o mesmo tempo para apresentar suas próprias alegações finais.

Por último, as defesas dos outros sete réus da Ação Penal 2.668 terão também 15 dias para apresentar ao Supremo sua última manifestação antes do julgamento do caso pela Primeira Turma, composta por cinco ministros: além de Moraes, Cristiano Zanin, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Flávio Dino.

Todos os oito réus, incluindo o próprio Bolsonaro, foram denunciados pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, pelos mesmos cinco crimes: organização criminosa armada, tentativa de abolir violentamente o Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado por violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado. Somadas, as penas podem ultrapassar os 40 anos de prisão. 

Conexão Juventude anima a Arena com lazer e solidariedade

Julia Helena Marcelo Martinho


Esporte e Qualidade de Vida

A 6ª edição do Conexão Juventude reuniu uma multidão na Farma Conde Arena, na região oeste de São José dos Campos, neste domingo (29). Ao longo da tarde, o público aproveitou uma programação repleta de atividades culturais, esportivas e de lazer, com acesso gratuito a diversos serviços e atendimentos.

No palco principal, quem comandou a animação foi a cantora Allycia Rodriguez, com o melhor do sertanejo. O Aulão de Dança movimentou o público, ao som do DJ Romarinho, que garantiu o ritmo ao longo de toda a programação.

As tendas temáticas ofereceram experiências variadas: Games com simuladores e realidade virtual e a Tenda da Beleza, que ofereceu cortes de cabelo, maquiagem e design de sobrancelhas. Também houve espaço para as batalhas de MCs, breakdance e oficinas de hip hop, judô, boxe e taekwondo, além de atividades esportivas como futebol, basquete e skate.

A criançada se divertiu na Rua de Lazer, com brinquedos infláveis e de tabuleiros, pipoca e algodão-doce.

Fabrícia Alves, técnica em nutrição, participou com o filho Miguel, de 12 anos, e aproveitou o evento. “É a segunda vez que vamos em um Conexão Juventude e, dessa vez, gostei muito pelo fato de ser perto da minha casa. As crianças estão se divertindo bastante. Miguel foi na cama elástica, no 360 e na caricatura”, disse.

Fabrícia e Miguel aproveitaram diversas tendas e do Conexão | Foto: Claudio Vieira/PMSJC

Além das atrações, o evento prestou importantes serviços à população. A Secretaria de Saúde marcou presença com orientações sobre prevenção às ISTs/Aids e arboviroses, especialmente dengue, zika e chikungunya.

Houve também atendimentos do Cadastro Único, PAT e CIEE oferecendo orientação profissional, oportunidades de emprego e estágio. E o CMAF (Centro de Medicina e Atividade Física) realizou avaliações físicas gratuitas no local.

Carreta Solidária

A novidade desta edição foi a Carreta Solidária, iniciativa do Fundo Social de Solidariedade. Anteriormente, a Loja Solidária era montada no local do evento, mas agora a carreta itinerante leva a solidariedade sobre rodas, oferecendo roupas, calçados, brinquedos e cobertores neste inverno.

Hosana Aparecida, monitora de van, que levou toda a família ao evento, aprovou a novidade. “Vim buscar roupa pra mim e cobertor. Já achei pras crianças também, o pequenininho achou o caminhão que queria e ficou super feliz. Eu já fui em outras Lojas Solidárias, mas a carreta tá maravilhosa, tem até ar-condicionado”, afirmou.

Hosana, seus filhos e sua sobrinha aproveitaram a novidade | Foto:PMSJC

Com estrutura climatizada e acessível, a carreta promove dignidade e acolhimento para quem mais precisa, com atendimento respeitoso e organizado, proporcionando uma experiência ainda mais humanizada para as famílias atendidas.


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Esporte e Qualidade de Vida

Bayern vence Flamengo por 4 a 2 e marca encontro com o PSG

Por MRNEWS:

O Bayern de Munique teve atuação segura e derrotou o Flamengo por 4 a 2 neste domingo (29), eliminando a equipe brasileira nas oitavas de final da Copa do Mundo de clubes da Fifa. O destaque dos bávaros em Miami foi o centroavante inglês Harry Kane, autor de dois gols. Pulgar (contra) e Goretzka fizeram os outros gols do Bayern. Gerson e Jorginho (de pênalti) marcaram para o Flamengo. Com o resultado, a equipe alemã avança para enfrentar o PSG, campeão europeu, nas quartas de final do torneio.

O Bayern entrou em campo determinado a deixar o time brasileiro desconfortável. Empregando uma pressão ainda no campo de defesa do Flamengo, o time criou dificuldades na saída de bola e pulou na frente logo no começo.

Aos 6 minutos, após uma série de escanteios para o time alemão, a bola foi levantada pela esquerda e Pulgar, inadvertidamente, acabou desviando de cabeça para a própria meta, matando o goleiro Rossi. 1 a 0 Bayern.

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O Flamengo mal teve tempo para respirar e sofreu outro golpe. Aos 9, após pressionar na saída de bola, o Bayern retomou a posse e a bola chegou a Harry Kane na intermediária. O artilheiro inglês avançou e chutou de fora da área. A bola desviou de leve em Léo Ortiz e entrou no canto de esquerdo de Rossi. Aos 10 minutos de jogo, o Bayern impôs uma desvantagem de dois gols ao Flamengo.

No entanto, o time carioca não se abateu. Após jogada pela direita, Luiz Araújo finalizou na pequena área e o goleiro Neuer fez defesa espetacular.

O Rubro-Negro seguiu pressionando e conseguiu seu primeiro gol aos 33. Após jogada pela esquerda, a bola sobrou para Gerson dentro da área e o camisa 8 fuzilou a meta de Neuer, que não teve tempo de reação suficiente.

Num primeiro tempo repleto de emoções, a equipe alemã logo respondeu. Aos 41, após bola mal afastada pela defesa do Flamengo, Goretzka dominou e chutou colocado no canto direito de Rossi para voltar a estabelecer a diferença de dois gols.

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Após o intervalo, precisando de dois gols para igualar o placar, o Flamengo partiu para cima e conseguiu um pênalti aos 10 minutos. Olise usou os braços para se proteger e desviou a bola dentro da área. Jorginho cobrou, deslocando Neuer e diminuindo a desvantagem novamente.

Após um breve período de estudo, o Bayern acabou respirando novamente. Mantendo-se fiel à estratégia de pressionar a saída de bola adversária, o time recuperou a bola no campo adversário aos 28. Harry Kane foi lançado dentro da área e tocou na saída de Rossi para marcar seu segundo na partida.

O Flamengo, desanimado por não conseguir a igualdade, não conseguiu mais impor dificuldades.

Bayern e PSG agora brigam por uma vaga na semifinal no próximo sábado, dia 5, em Atlanta.