STF pede que Rio dê explicações sobre lei que cria guarda civil armada

Por MRNEWS:

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu explicações à prefeitura do Rio de Janeiro e à Câmara Municipal da capital fluminense sobre a Lei Municipal 282/2025, que criou uma divisão armada na Guarda Municipal do Rio de Janeiro (GM-Rio). A legislação, entre outras autorizações, permite que funcionários temporários possam usar armas.

A contestação da lei chegou ao STF, instância máxima do Judiciário brasileiro, por meio de duas Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) ─ ação judicial para contestar atos do Poder Público que violem preceitos fundamentais da Constituição Federal.

Tanto a ADPF 1238 quanto a ADPF 1239 foram direcionadas ao ministro Fachin, que deu o prazo de dez dias para que os poderes Executivo e Legislativo da cidade do Rio forneçam informações. O despacho mais recente, referente à ADPF 1239, foi publicado na sexta-feira (27).

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“Colham-se informações da Câmara Municipal e do Poder Executivo Municipal no prazo de 10 (dez) dias”, determinou o magistrado.

Associações de guardas

A primeira ação foi impetrada pela Federação Nacional de Sindicatos de Servidores das Guardas Municipais (Fenaguardas). A mais recente, pela Associação Nacional de Guardas Municipais (AGM Brasil), recebida na quinta-feira (26) pelo STF.

Com a argumentação de que a lei carioca é inconstitucional por prever o preenchimento de cargos públicos mediante contratação temporária, sem a realização de concurso público, inclusive com porte funcional de arma de fogo, “criando estrutura estranha ao Sistema Único de Segurança Pública”, a AGM Brasil pediu a derrubada da lei, inclusive por medida cautelar, ou seja, de forma imediata mesmo antes do julgamento do mérito.

Para o presidente da Associação Nacional de Guardas Municipais, Reinaldo Monteiro, não é aceitável que a segurança pública, sobretudo em um dos maiores municípios do Brasil, seja tratada com improviso e informalidade, nas palavras dele.  

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“A contratação de agentes temporários sem concurso público compromete a legalidade, a técnica e a estabilidade institucional da Guarda Municipal”, afirmou em nota.

Na ADPF proposta pela Fenaguardas, o pedido é para a suspensão de trechos da lei e para que o STF fixe o entendimento de que as atividades das guardas municipais devem ser exercidas por cargos concursados.

Procurada pela Agência Brasil, a Prefeitura do Rio de Janeiro respondeu que a criação da divisão de elite da Guarda Municipal está fundamentada na decisão do Supremo Tribunal Federal que reconheceu a competência dos municípios de atuar no policiamento ostensivo e preventivo.

“O armamento da Guarda também é fundamentado em uma decisão do STF de 01/03/2021, que autorizou que todos os integrantes de Guardas Municipais do país tenham direito ao porte de armas de fogo”, diz o município.

Agência Brasil também entrou em contato com a Câmara Municipal e está aberta a posicionamentos.

Entenda a divisão de elite

A Lei Complementar Municipal 282/2025, sancionada no dia 13 de junho, autoriza que a chamada “divisão de elite” da GM-Rio seja formada por funcionários temporários, vinculados ou não à corporação, com direito a porte de arma de fogo.

O texto tinha recebido o aval da Câmara Municipal três dias antes, por 34 votos favoráveis e 14 contrários. A divisão de elite será composta prioritariamente por guardas municipais, mas estará aberta também a ex-militares das Forças Armadas.

Um trecho da nova lei determina que “a divisão de elite da GM-RIO – Força Municipal será composta prioritariamente por guardas municipais, mediante aprovação em processo seletivo interno, nos termos do Decreto Regulamentador”.

Também será permitida a contratação de agentes por tempo determinado de um ano, prazo que poderá ser prorrogado por até cinco vezes. A remuneração prevista é de R$ 13 mil, sendo vencimento base de cerca de R$ 1,8 mil e mais de R$ 10 mil em forma de gratificação por uso de arma de fogo.

A legislação indica que caberá à divisão de elite “realizar ações de segurança pública, inclusive policiamento ostensivo, preventivo e comunitário, atuando de forma conjunta com os demais órgãos de segurança pública”.

 

 

Itaipu lançará novo edital para atender projetos em 434 municípios

Por MRNEWS:

A empresa Itaipu Binacional vai abrir, no próximo mês de outubro, o terceiro edital batizado de “Mais que Energia”, voltado para distribuir recursos para projetos sociais e ambientais de entidades sociais em 434 municípios (399 no Paraná e 35 no Sul do Mato Grosso do Sul). Essa é a área que faz parte do território assistido pela instituição, com cidades que somam aproximadamente 11,3 milhões de pessoas. “Os editais são muito mais democráticos e promovem transparência”, afirmou o diretor geral brasileiro da Itaipu Nacional, Ênio Verri, em entrevista à Agência Brasil.

No primeiro edital de seleção, os contemplados foram as cidades representadas pelas prefeituras. Nesse caso, os recursos já foram executados. “Uma boa parte dos municípios já entregou suas obras, e estamos fazendo a parte agora das inaugurações. O investimento ficou em mais de R$ 920 milhões”, afirma. Em um segundo edital, a empresa buscou contemplar iniciativas e projetos da sociedade civil. De 1.666 organizações que submeteram propostas, 689 foram atendidas. 

A ideia de chamar a sociedade civil organizada foi trazer também demandas emergenciais não comumente contempladas. “Enquanto os municípios investiam em escolas, nas estradas rurais, comprando placas solares para os próprios públicos, nós chamamos para conversar com as entidades”, afirmou. Ele exemplificou que foram assistidas instituições como Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), associação de recicladores e hospitais beneficentes.

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Além da temática socioambiental, a empresa resolveu também abrir editais para patrocínios de eventos de entidades sem fins lucrativos. Na entrevista exclusiva para a Agência Brasil, Verri defendeu ainda que a Itaipu tem garantido energia mais barata e serve de backup contra eventuais apagões. 

Agência Brasil: Esse território abrangido pela Itaipu compreende a qual região?

Ênio Verri: A Itaipu atinge um total de 434 municípios com 11,3 milhões de pessoas. Esse território é onde a empresa, pelo seu tratado, pelas suas regras, pode realizar seus investimentos. As entidades que se inscreveram no segundo edital e que preencheram as exigências foram 600 e receberam recursos. Nós estamos falando de em torno de R$ 220 milhões. Vamos abrir mais um edital em outubro voltado também para a sociedade civil organizada, com um investimento previsto de R$ 180 milhões. Ao todo, são 400 milhões da Itaipu investidos para a sociedade civil organizada. É uma maneira que nós enxergamos de ajudar aquele setor da sociedade, que faz muito bem para a população e nem sempre tem recursos.  Nesses dois editais, devemos atender 1,2 mil entidades no território.

Agência Brasil: Quais são os tipos de projetos contemplados?

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Ênio Verri: São projetos, por exemplo, para a compra de equipamentos para produtores rurais . Em geral,  envolvem a preservação do meio ambiente, como para a associação de recicladores que está precisando comprar uma prensa para juntar todo o material para poder vender. Outro exemplo é atender familiares de crianças da Apae que não tinham como transportar os filhos para atendimento. Boa parte delas que participaram do edital número 2, da sociedade civil organizada, já estão recebendo esses recursos. 

Agência Brasil:  Em outubro, terá um novo edital voltado para organizações da sociedade? 

Ênio Verri: Sim. E devemos ter as respostas até o final do ano. Ainda não há o período de inscrição, mas divulgaremos no site da Itaipu.

Agência Brasil: Qual retorno a Itaipu tem dos impactos dos editais?
 

Ênio Verri: É muito bonito ver esse resultado. Às vezes, uma entidade como a Apae, que sobrevive de doações, quando consegue algum recurso, muda a realidade da vida daquelas pessoas. Elas conseguem reformar o piso, o telhado e pintar o local. Conseguem comprar um pequeno veículo para ajudar. Isso muda radicalmente a qualidade de vida das pessoas que utilizam aquele espaço. É muito bonito ver a satisfação da população com recursos como esses. A Itaipu é uma empresa pública e tem o papel de produzir energia barata e de qualidade, mas também tem um compromisso socioambiental. 

A Itaipu, hoje, está totalmente quitada. Quem pagou para construir aquela usina gigante foi a população. Então, nada mais justo é que você devolver a ela, na forma de serviços e políticas de inclusão, aquilo que ela deu para a construção da usina. Se alguma entidade quer participar, mas às vezes não tem alguém que saiba preencher o edital, nós colocamos nossos técnicos a serviço daquela entidade.

Agência Brasil: É a primeira vez que a Itaipu abre editais para essa finalidade?

Ênio Verri: Isso é inédito. É uma iniciativa de funcionários de carreira. Antes, o diretor geral liberava o recurso para quem quisesse. Isso, claro, não era muito justo, porque, afinal de contas, ele acabava liberando o recurso para quem tivesse mais proximidade. O edital é uma maneira transparente e pública de você distribuir o dinheiro público. 

Agência Brasil: Esses editais de projetos são diferentes daqueles de patrocínio da Itaipu, certo?

Ênio Verri: Além desses editais com esses projetos, nós também estamos disciplinando os patrocínios. Assim, todos participam de forma igualitária. A Itaipu, como é uma usina muito grande, sempre é solicitada para apoio a grandes eventos. Isso também ficava muito a critério do diretor. Nós criamos edital e anunciamos no site. Todos os municípios que compõem o nosso território podem pedir o recurso e dizer como vão aplicar no projeto. É feita uma seleção técnica. E não política. A população sente-se respeitada ao perceber que o dinheiro público está sendo bem utilizado. No caso de esportes, patrocinamos entidades sem fins lucrativos. 

Agência Brasil: A Itaipu pode patrocinar eventos no Paraguai?

Ênio Verri: Não. A Itaipu é 50% do Brasil e 50% do Paraguai. O orçamento que nós temos é dividido ao meio. O orçamento brasileiro serve para fazer a manutenção da usina e para fazer os investimentos ambientais. Além disso, para manter a tarifa da energia elétrica baixa. A gente usa o nosso recurso. 

Agência Brasil: A respeito da energia gerada, a tarifa diminuiu?

Ênio Verri: A Itaipu é uma das maiores usinas hidrelétricas do mundo. Tanto que ela entrou no Guinness Book o ano passado como a usina, que mais produziu energia acumulada no mundo. A gente produz energia barata, limpa e de qualidade. Hoje, o terceiro preço mais barato de energia elétrica do Brasil é de Itaipu. O preço médio da energia hoje no Brasil está em torno de R$ 300. A nossa está em torno de R$ 230. 

A produção da energia de Itaipu está com sua tarifa congelada desde 2023. É a mesma tarifa e está garantido para o ano que vem. Essa tarifa desses quatro anos sofreu uma redução em relação ao passado em 26%. 

Outra coisa muito importante é o papel que Itaipu ocupa dentro do Brasil com a usina. Representa quase 10% da energia consumida no Brasil. Outro aspecto interessante é que as energias de origem solar e eólica são sujeitas ao clima. A Itaipu, então, tornou-se como se fosse um Corpo de Bombeiros, um backup. 

Agência Brasil: Pode ser acionada contra apagões?

Ênio Verri: Nós temos conseguido fazer isso com agilidade e competência do corpo técnico. E é isso que causa essa estabilidade que outros países não têm, como o que aconteceu em Portugal recentemente. Três dias sem energia. Aqui isso não acontece. Tem Itaipu como backup preparada. Se uma torre cair, alguma coisa acontecer, entra no sistema.

Agência Brasil: A energia de Itaipu chega a quais lugares?

Ênio Verri: Hoje, funciona assim: a Itaipu atinge todo o Centro-Oeste, Sudoeste e Sul do país, diretamente. Mas, se precisar mandar energia lá para o Ceará, é possível. 

O Sistema Nacional brasileiro é integrado. Como nós investimos muito em inovação tecnológica, hoje nós temos investimentos, por exemplo, em energia fotovoltaica no fio d’água. Como nós temos um reservatório muito grande, nós estamos colocando placas solares. A gente vai usar a energia solar para abastecer de energia toda a usina. 

Nós estamos investindo também no hidrogênio verde, que é algo que já faz 20 anos que a Itaipu pesquisa. É a possibilidade de você produzir, a partir das moléculas, uma alternativa de energia limpa. Na COP30, os barcos que vão transportar as pessoas dos navios que ficarão lá, até onde será realizada a conferência, serão movidos pelo hidrogênio verde de Itaipu.

Agência Brasil: Qual é o olhar da Itaipu para a COP deste ano?

Ênio Verri: A COP30 é o momento mais importante nesse momento da história da humanidade. A crise climática nos impõe rever toda a nossa política do mundo e como nos comportamos com relação ao combustível. Por isso, é tão importante falar em transição energética. 

Nós vamos mostrar ao mundo que quem entende de transição energética é o Brasil, pela nossa experiência de hidroenergia. E também pela nossa experiência do hidrogênio verde, ou as eólicas e fotovoltaicas.

Nós estamos presentes na produção de uma energia limpa e de qualidade, que é a energia do futuro. Itaipu investe para ter uma usina com 50 anos tão bem cuidada, como conseguimos preservar o meio ambiente e garantir mais tempo de vida da produção de energia limpa.

 

Parceria destina R$ 299 milhões para agricultura familiar na Bahia

Por MRNEWS:

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Governo do Estado da Bahia assinaram um contrato de R$ 299 milhões que serão destinados à agricultura familiar. O contrato faz parte da iniciativa Sertão Vivo, e os recursos deverão beneficiar 75 mil famílias, o que corresponde a cerca de 300 mil pessoas, em 49 municípios.

De acordo com o BNDES, o objetivo é apoiar a adoção de práticas agrícolas resilientes às mudanças climáticas por agricultores familiares do semiárido baiano.

Do total de recursos contratados, R$ 252 milhões serão disponibilizados em forma de empréstimo ao governo estadual, e os R$ 47 milhões restantes serão repassados pelo BNDES, de forma não reembolsável. Para o agricultor familiar, o apoio será 100% não reembolsável.

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A assinatura do contrato ocorreu neste sábado (28), em cerimônia em Itiúba (BA), que contou com a presença do governador Jerônimo Rodrigues (PT), da diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello, e da representante do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), Alessandra di Giacomo.

O monitor da Escola Família Agrícola (EFA) de Monte Santo, Lucas da Silva Santos, foi um dos que discursou na cerimônia. Ele disse que graças aos projetos que chegam na região, ele conseguiu realizar o sonho de estudar e de ter a própria terra.

“É, sim, possível viver no semiárido. Na verdade, viver, não, conviver com ele. A gente tem a ideia que o semiárido é um lugar seco, com solo rachado e com carcaça de animais. Mas, eu mostro para vocês que o semiárido é vivo, verde e cheio de abundância”, disse.

A estudante do curso técnico de agropecuária da EFA de Itiúba Anita Andrade da Silva acredita que os recursos poderão ser também uma oportunidade para os jovens. “Ouvimos muito dizer que jovens não querem nada, mas nós queremos. Nós queremos o futuro, queremos transformar, queremos sonhar”, discursou.

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Sertão Vivo

A iniciativa Sertão Vivo é uma parceria do BNDES com o FIDA, da Organização das Nações Unidas (ONU), que conta também com recursos do Green Climate Fund. A previsão é que sejam destinados mais de R$ 1,3 bilhão a projetos no semiárido de seis Estados do Nordeste: Bahia, Ceará, Pernambuco, Paraíba, Piauí e Sergipe. Parte dos recursos são empréstimos e deverão ser reembolsados, e parte é doação.

Segundo o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, o programa vai contribuir para transformar a realidade do semiárido da Bahia. “É uma das prioridades do governo Lula, dar condições para que as famílias que vivem no sertão possam melhorar de vida de forma sustentável e, ao mesmo tempo, estejam preparadas para as mudanças climáticas. O programa atua de forma integrada: combate à pobreza, aumenta a produção de alimentos com tecnologias que se adaptam ao semiárido, recupera sistemas degradados da caatinga e gera resiliência climática. O resultado é mais renda, qualidade de vida e comida na mesa”.

A estimativa, de acordo com o BNDES é beneficiar, no total, cerca de 326 mil famílias (aproximadamente 1,3 milhão de pessoas) em situação de vulnerabilidade.

Com 15 anos, Rio Sem LGBTIfobia tem desafio de ampliar alcance

Por MRNEWS:

O psicólogo Alexander Borges, de 26 anos, veio de Cuiabá para o Rio de Janeiro morar com a noiva e teve dificuldades para encontrar um emprego. As contas mensais eram pagas apenas com a ajuda dos pais e da sogra.

A situação provocou uma tristeza profunda, até descobrir que, como homem trans, poderia contar com o apoio do programa estadual Rio Sem LGBTIfobia.

“Minha noiva descobriu o programa, disse que eles tinham psicólogos e ajudavam com questões de emprego”, conta Alexander. “Eu estava muito triste e ansioso. Foram muito atenciosos e me apoiaram bastante. E o programa me encaminhou para uma oportunidade de emprego no Tribunal de Justiça. Participei e passei no processo seletivo”.

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Alexander Borges, homem trans que conseguiu emprego por meio do Rio Sem LGBTIfobia. Alexander Borges/Arquivo Pessoal

Alexander assinou a carteira de trabalho na última segunda-feira (23) e já começou a trabalhar na terça (24). No mês do Orgulho LGBTQIA+, celebrado sempre em junho, ele comemora a conquista e defende a importância de programas voltados para a garantia de direitos fundamentais da população LGBTQIA+.

“Essas pessoas muitas vezes estão em situação de vulnerabilidade social e econômica. Muitos nem têm noção de que existe esse tipo de ajuda e que possuem direitos básicos de vida. O programa ajuda a lembrar constantemente a importância da luta”, diz Alexander. “Espero que essa vitória coletiva continue. E que o programa seja mais divulgado, porque é transformador, abre muitas portas”.

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Iniciativa pioneira

O Rio Sem LGBTIfobia completou 15 anos no mês de maio, e  é um exemplo de iniciativa pública que permitiu avanços no atendimento das demandas e necessidades do público-alvo.

Geridos pelo programa, os Centros de Cidadania LGBT acolhem tanto pessoas em situações de violência como outros que precisam de informações mais gerais. São ofertados atendimentos jurídico, social e psicológico a pessoas lésbicas, gays, bissexuais e transgêneras. Funcionam ainda como espaços de mobilização por políticas públicas de combate à homofobia e à transfobia.

O atual coordenador do Rio Sem LGBTIfobia, Ernane Alexandre Pereira, destaca a ampliação do alcance do programa ao longo dos 15 anos. Ele também é superintendente de Políticas para LGBTI+ da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos do governo do estado do Rio de Janeiro.

Coordenador do Rio Sem LGBTIfobia, Ernane Alexandre Pereira. Emane Alexandre Pereira/Arquivo Pessoal

“Hoje, temos 23 equipamentos espalhados nos 92 municípios do Rio de Janeiro. Essa interiorização permite que nossas boas práticas e políticas públicas possam se estender para a população mais distante da capital. A gente consegue acolher melhor vítimas de violência ou outras pessoas que precisam de apoio. É um trabalho feito com equipe multidisciplinar, com assistentes sociais, advogados, psicólogos”, diz Ernane.

Histórico

No principal edifício da Central do Brasil, por onde milhares de pessoas circulam diariamente, não é só o tradicional relógio de quatro faces que se destaca. De longe, as janelas do sétimo andar chamam a atenção por ter uma bandeira grande arco-íris e um número de telefone: 0800-023-4567.

O Disque Cidadania LGBT funciona 24 horas por dia, e sete dias por semana. O canal telefônico é uma das principais ferramentas de atendimento do Rio Sem LGBTIfobia, que tem o prédio da Central do Brasil como sede administrativa desde o início do programa, em 2010.

Alguns antecedentes ajudam a entender o processo de formulação do programa estadual. Primeiro, é preciso considerar que ele surge depois de um histórico de lutas da população LGBTQIA+, que desde as últimas décadas do Século 20 pressionava o poder público por iniciativas específicas e direitos fundamentais.

No contexto estadual, uma das primeiras conquistas foi a Lei 5.034/0749, em maio de 2007. Sancionada pelo governo, ela concedeu benefícios previdenciários para parceiros homoafetivos de servidores públicos.

No mês seguinte, um decreto estadual estabeleceu que fosse constituída uma câmara técnica para elaborar o programa “Rio Sem Homofobia”. Era composta por 28 membros, que incluíam acadêmicos, organizações da sociedade civil, parlamentares estaduais e representantes de órgãos do Estado do Rio.

Havia, nesse período, um esforço da Superintendência de Direitos Individuais Coletivos e Difusos (Superdir) para implantação, expansão e qualificação de ações e serviços voltados para lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.

Em abril de 2009, foi publicado o decreto que criou o Conselho LGBT do estado do Rio de Janeiro, vinculado à Superdir.

Finalmente, em junho de 2010, foi iniciado oficialmente o “Rio sem Homofobia”. Os primeiros centros de referência foram inaugurados nesse primeiro ano, na capital fluminense e em Nova Friburgo.

O nome atual do programa foi estabelecido em agosto de 2020, por meio de decreto. O entendimento era de que a expressão “homofobia” não dava conta de todos os grupos LGBTQIA+ atendidos pelo programa, já que se refere à discriminação contra homossexuais, grupo que só abarca as letras L e G da sigla.

Em novembro de 2021, é sancionada a Lei 9.496 pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). O Rio Sem LGBTfobia deixa de funcionar por decreto, como um programa de governo, e passa a ser um programa do estado.

Desafios

Para o coordenador do Rio Sem LGBTIfobia Ernane Alexandre Pereira, há muito o que se comemorar pelo avanço do programa, mas alguns desafios precisam ser enfrentados nos próximos anos para torná-lo mais eficiente.

“Vejo ainda a necessidade de estender o programa para mais municípios do Rio. Não conseguimos dar conta do número de demandas que o estado tem. Também precisamos melhorar a infraestrutura dos equipamentos. As equipes precisam de veículos, por exemplo, para deslocamento e atender as demandas em menor tempo”, diz Ernane.

“Parcerias público-privadas também precisam ser alcançadas. Precisamos de mais apoio e de diálogo direto com as prefeituras. Um suporte maior. Muitos municípios ainda não abriram as portas para a gente dialogar sobre a nossa pauta”, complementa.

 

entenda como fica a venda de canetas emagrecedoras

Por MRNEWS:

Farmácias e drogarias de todo o país passaram a reter receitas de medicamentos agonistas GLP-1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras. A categoria inclui medicamentos como Ozempic, Mounjaro e Wegovy.

A decisão por um controle mais rigoroso na prescrição e na dispensação desse tipo de medicamento foi tomada pela diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em abril e entrou em vigor 60 dias depois.

Com a mudança, a prescrição dos medicamentos passou a ser feita em duas vias e a venda só pode ocorrer com a retenção da receita nas farmácias e drogarias, assim como acontece com antibióticos.

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A validade das receitas médicas de canetas emagrecedoras, segundo a Anvisa, é de até 90 dias a partir da data de emissão, período durante o qual o pedido pode ser utilizado pelo paciente.

Farmácias e drogarias, por sua vez, devem incluir, no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados, a escrituração da movimentação de compra e venda dos medicamentos.

Off label

Ainda de acordo com a Anvisa, a mudança não altera o direito do profissional médico de prescrever canetas emagrecedoras para finalidades diferentes das descritas na bula – prática conhecida como uso off label.

“É uma decisão tomada com responsabilidade pelo médico e sempre com o devido esclarecimento ao paciente, garantindo que ele esteja bem-informado sobre o procedimento”, informou a agência.

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Uso indiscriminado

A retenção do receituário de canetas emagrecedoras já era defendida pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, pela Sociedade Brasileira de Diabetes e pela Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica.

Em nota aberta, as entidades citam que o uso indiscriminado desse tipo desse tipo de medicamento gera preocupações quanto à saúde da população e ao acesso de pacientes que realmente necessitam desse tipo de tratamento.

“A venda de agonistas de GLP-1 sem receita médica, apesar de irregular, é frequente. A legislação vigente exige receita médica para a dispensação destes medicamentos, porém não a retenção da mesma pelas farmácias. Essa lacuna facilita o acesso indiscriminado e a automedicação, expondo indivíduos a riscos desnecessários”, destacou o documento.

Versões manipuladas

Em fevereiro, as entidades divulgaram outra nota na qual alertam sobre “graves riscos” associados ao uso de medicamentos injetáveis de origem alternativa ou manipulados para tratar obesidade e diabetes.

“Medicamentos biológicos, como a semaglutida e a tirzepatida, exigem processos rigorosos de fabricação para assegurar que o organismo utilize e metabolize a substância de forma eficaz e segura. Essas moléculas são administradas por injeções subcutâneas, o que demanda padrões rigorosos de esterilidade e estabilidade térmica.”

O uso de versões alternativas ou manipuladas, segundo a nota, figura como “prática crescente, preocupante e perigosa” e carece de bases científicas e regulatórias que garantam eficácia, segurança, pureza e estabilidade do produto, “expondo os usuários a sérios riscos à saúde, pois não passam pelos testes de bioequivalência necessários, tornando impossível prever seus efeitos no corpo humano”.

Dentre as recomendações que constam na nota está:

– que profissionais de saúde não prescrevam semaglutida ou tirzepatida alternativas ou manipuladas. “Apenas utilizem medicamentos aprovados por agências reguladoras, com fabricação industrial certificada e vendidos em farmácias”;

– que pacientes rejeitem tratamentos que incluam versões alternativas ou manipuladas dessas moléculas – incluindo vendas diretas em sites, aplicativos ou em consultórios – e busquem alternativas aprovadas pela Anvisa;

– que órgãos reguladores e fiscalizadores, em especial a Anvisa e os conselhos de medicina, intensifiquem ações de fiscalização sobre todas as empresas e pessoas envolvidas na prática.

 

Flamengo encara Bayern por vaga nas quartas do Mundial

Por MRNEWS:

O Flamengo encara o Bayern de Munique (Alemanha), a partir das 17h (horário de Brasília) deste domingo (29) no Hard Rock Stadium, em Miami, em seu maior desafio até aqui na Copa do Mundo de Clubes da Fifa, competição que está sendo disputada nos Estados Unidos.

O Rubro-Negro da Gávea chega ao confronto, válido pelas oitavas de final da competição, após uma primeira fase sem sustos: com vitórias sobre o Chelsea (Inglaterra) e Espérance (Tunísia) e um empate com o Los Angeles FC (Estados Unidos).

Porém, o desafio que o Flamengo terá neste domingo é o maior encontrado até aqui, como afirmou o técnico Filipe Luís em entrevista concedida após o último compromisso pela fase de grupos da competição: “[O Bayern] é um colosso, um gigante europeu, um time absolutamente dominante nos seus jogos, no seu campeonato nacional. Ele conta com jogadores extraordinários e com um treinador excelente”.

Porém, o comandante do Rubro-Negro da Gávea disse que, para buscar a vitória, não pretende abrir mão da maior qualidade de sua equipe, o futebol ofensivo: “O DNA do Flamengo pede você tentar tirar a bola do pé do adversário, tentar pressionar, propor jogo e ser o mais vertical possível. É isso que tentaremos fazer. Sabemos da qualidade deles e a forma como jogam. Eles tentarão impor o ritmo deles e vamos tentar fazer a mesma coisa. No final, que vença o melhor”.

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Quem também apontou um caminho para uma vitória do Flamengo sobre os alemães foi o zagueiro Danilo. O defensor, que já atuou por gigantes europeus como o Real Madrid (Espanha), Juventus (Itália) e Manchester City (Inglaterra), afirmou que a qualidade individual dos jogadores da equipe da Gávea pode ser o ponto de desequilíbrio neste domingo: “O [aspecto] individual conta muito. Em uma partida equilibrada, temos como prioridade cada um não perder os seus duelos. Quando alguém está em um dia mais inspirado no aspecto individual, consegue vencer seus duelos, isso cria muitos desequilíbrios na partida. E é aí que o jogo é decidido. Falamos muito de sistemas e espaço. O futebol realmente evoluiu muito, e para melhor, mas o jogo é o resumo do que acontece nas duas áreas. Na área que defende, que é para não sofrer gols, e na área de lá, que você define o jogo e faz gol. Para isso, pesa muito a individualidade de cada jogador”.

Equipes do “HumanizAção Inverno” acolhem 19 pessoas em situação de rua neste sábado (28) – Agência de Notícias

Equipes do programa “HumanizAção Inverno” realizaram, ao longo deste sábado (28), atendimentos a 57 pessoas em situação de rua, em diferentes pontos da cidade. Desse total, 19 aceitaram receber acolhimento no Serviço de Obras Sociais (SOS). Na entidade, são disponibilizados pernoite, alimentação completa, roupas e toalhas, banho e cuidados de higiene.

O “HumanizAção” é realizado de forma integrada por profissionais da Secretaria de Segurança Urbana (Sesu), Secretaria da Cidadania (Secid), com sua Coordenadoria de Álcool e Outras Drogas junto à Divisão de Política para Pessoas em Situação de Rua, além da Secretaria da Saúde (SES). Também conta com o importante auxílio da Guarda Civil Municipal (GCM), Secretaria de Relações do Trabalho e Qualificação Profissional (Sert), Secretaria de Serviços Públicos e Obras (Serpo), Secretaria de Mobilidade (Semob) e Urbes – Trânsito e Transporte.

Os sorocabanos podem sempre colaborar com o programa, informando os locais da cidade onde haja pessoas em situação de rua necessitando de cuidados e acolhimento, assim como doando roupas, cobertores e alimentos. O contato pode ser feito pelo WhatsApp: (15) 99666-2636, 24h por dia, ou pelos telefones: (15) 3229-0777, do SOS; (15) 3212-6900, da Secretaria da Cidadania, e 153, da GCM.

programa Sem Censura e campanha Julho Amarelo em destaque

Por MRNEWS:

Começamos esta edição do Hoje é Dia com comemoração na EBC. O programa Sem Censura completa 40 anos no dia 1º de julho. A atração estreou em 1985, na antiga TVE do Rio de Janeiro, e depois foi incorporada pela TV Brasil. Na época de sua estreia chegava ao fim a ditadura militar no Brasil, e o programa aproveitou o início da redemocratização para abordar os assuntos mais relevantes para a sociedade, sempre com seu formato já consagrado, com uma apresentadora, entrevistados de prestigio e participação de debatedores. Tudo ao vivo.

O Sem Censura estreou sob o comando de Tetê Muniz. Em seguida, por muitos anos teve o rosto de Leda Nagle. Depois Vera Barroso e, a partir de 2024, é apresentado por Cissa Guimarães. Ao longo de seus 40 anos de existência, o programa ganhou prêmios como o “Melhores do Ano na Telinha 2024”, “Prêmio F5”, “Prêmio Área VIP Melhores da Mídia” e, este ano, o prêmio de Melhor Programa de Televisão pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), um dos mais tradicionais e respeitados do país. Esse reconhecimento foi destacado nesta reportagem da Agência Brasil e nesta da Radioagência Nacional. Os 40 anos do programa foram destaque desta edição do Repórter Brasil, da TV Brasil

Nesta semana as festividades juninas se encerram, no dia 29 de junho, com o Dia de São Pedro, homenagem ao primeiro apóstolo de Jesus. Padroeiro dos pescadores, São Pedro foi tema desta edição do História Hoje, da Rádio Nacional, em 2014. A história do santo foi contada também em edições do Repórter Brasil e do Repórter Maranhão, jornais da TV Brasil, em 2016. 

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Direitos humanos

O Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial é celebrado em 3 de julho. A data foi criada para relembrar a aprovação da Lei n° 1.390, conhecida como Lei Afonso Arinos, aprovada pelo Congresso em 1951. Esta reportagem do Repórter Brasil, da TV Brasil, veiculada em 2021, abordou esta que foi a primeira legislação criada para combater o racismo no país. Dados recentes do Ministério da Igualdade Racial mostram que 85% da população preta ou parda no Brasil afirma já ter sofrido preconceito, como mostra esta reportagem da Agência Brasil. O assunto também foi tema de uma entrevista no Tarde Nacional, da Rádio Nacional, em 2021. 

Saúde 

No próximo dia 1º de julho começa a campanha Julho Amarelo, mês de luta contra as hepatites virais, doenças que podem evoluir para cirrose hepática e câncer de fígado. No Brasil, o Ministério da Saúde estima que um milhão de pessoas tenha hepatite B e 520 mil brasileiros a hepatite C, os tipos mais comuns no país. Os sintomas, a importância do diagnóstico e do tratamento adequado foram amplamente abordados pelos veículos da EBC, com nesta reportagem da Radioagência Nacional, veiculada em 2021, pela Agência Brasil (2023), a Agência Gov (2024), o Tarde Nacional, da Rádio Nacional (2024), e nos jornais Brasil em Dia (2021) e Repórter Brasil Tarde (2022), da TV Brasil. 

Moraes determina que Daniel Silveira seja submetido a perícia médica 

Família de Miguel Falabella, 68, recebe notícia após cirurgia

Há cinco anos, no dia 3 de julho de 2020, foi sancionada a Lei nº 14.019, que tornava obrigatório o uso de máscaras em espaços públicos como forma de prevenir o contágio pela covid-19, fato que foi noticiado pela Agência Brasil naquele ano. Apesar da lei federal só vir em julho, os governos dos estados já vinham adotando a medida em decretos e leis estaduais, como mostra esta outra reportagem da Agência

Meio ambiente

As mudanças climáticas intensificaram as secas no Brasil e, com elas, os incêndios florestais cresceram de forma nunca antes vista. O aumento da devastação começou a ser sentido com mais força há cinco anos. No dia 1º de julho de 2020, o balanço das autoridades ambientais já contabilizava mais de 21 mil focos de fogo no Pantanal, que destruíram 30% do bioma, como noticiou a Agência Brasil e a Radioagência Nacional na época. Os esforços para combater os incêndios – boa parte deles iniciados de forma criminosa – foram o tema de várias reportagens da TV Brasil, como esta do Repórter Brasil e esta do Brasil em Dia

Tecnologia

A internet móvel 5G começou a ser testada no Brasil no dia 1º de julho de 2020. A Agência Brasil deu destaque ao início do funcionamento da nova tecnologia nesta reportagem, e explicou mais detalhadamente como ela funciona neste outro texto. Passados cinco anos, o 5G está disponível a usuários de mais de 800 municípios, incluindo todas as capitais do país. A previsão do governo é de que 84% da população seja beneficiada até 2030. Em 2024, o podcast Ajudante Digital, da Radiogência Nacional, tirou as dúvidas dos ouvintes sobre como aproveitar a tecnologia. E a forma como o 5G promete revolucionar as nossas comunicações, inclusive na chamada Internet das Coisas, foi abordada nesta edição do programa Ciência é Tudo, da TV Brasil, exibida em 2021.

Cultura 

Sancionada em 29 de junho de 2020, a Lei Aldir Blanc (LAB) é uma das legislações mais importantes da área cultural dos últimos anos. Criada para ajudar o setor a superar os desafios impostos pela pandemia de covid-19, a lei determinou o repasse de R$ 3 bilhões a estados, municípios e o Distrito Federal, como explica esta edição do jornal Brasil em Dia, da TV Brasil, de 2020, e esta reportagem da Agência Gov, de 2023. Naquele ano (2023), a LAB deu origem à Política Nacional Aldir Blanc, de caráter permanente, com investimento de R$ 15 bilhões no setor cultural até 2027, como detalha esta reportagem da Radioagência Nacional.

O Dia Nacional do Bumba-Meu-Boi é comemorado no dia 30 de junho, em homenagem à manifestação popular que se tornaria Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, como mostra esta reportagem do Brasil em Dia, da TV Brasil, veiculada em 2019. O espetáculo, que mistura dança, folclore, música, religião e teatro, tem em São Luís o seu maior palco. Esta reportagem da Agência Brasil, publicada em 2024, mostra o projeto que mapeou cerca de 100 grupos de bumba-meu-boi no estado do Maranhão.

O Dia Mundial da Capoeira é comemorado no dia 5 de julho. A manifestação, que mistura luta, dança e movimento de resistência, se tornou um símbolo do Brasil no mundo inteiro. Ela nasceu como uma forma de os negros escravizados – vindos principalmente de Angola – se defenderem da violência dos senhores de engenho, como explica esta reportagem do Repórter Brasil Tarde, de 2014, e esta edição do programa Expedições, de 2016, ambos da TV Brasil

Confira a relação completa de datas do Hoje é Dia de 29 de Junho a 5 de Julho de 2025.

Junho / Julho de 2025

29

      

Morte do político alagoano Floriano Peixoto (130 anos)

      

Sancionada a Lei Aldir Blanc (LAB), criada para ajudar o setor cultural a superar os desafios impostos pela pandemia de covid-19 (5 anos)

      

Dia de São Pedro

      

Instalação do Museu de Arte Sacra de São Paulo (55 anos)

30

      

Morte da pianista e compositora paulista Magdalena Pesce Vitale, a Lina Pesce (30 anos)

      

Início da primeira viagem do Papa João Paulo II ao Brasil (45 anos)

      

Dia Nacional do Bumba meu Boi

      

Chegada do Papa João Paulo II a Brasília (45 anos)

1

Intensificação dos incêndios que destroem área do Pantanal (5 anos) – mais de 21 mil focos de fogo devastaram quase um terço da área do bioma

Operadoras de telefonia celular começam testes no Brasil da tecnologia de quinta geração 5G (5 anos)

Primeiro recorde mensal de mortes, por Covid-19, no Brasil (5 anos)

Julho Amarelo – Mês de luta contra as hepatites virais

Primeira greve nacional dos entregadores de aplicativos, movimento se autodenominou “Breque dos Apps” (5 anos)

Nascimento do poeta repentista pernambucano Rogaciano Leite (105 anos)

Morte do compositor e pianista francês Éric Alfred Leslie Satie, o Erik Satie (100 anos) – foi o precursor de movimentos artísticos como minimalismo, música repetitiva e teatro do absurdo

Nascimento do violonista e compositor fluminense Guilherme Bauer (85 anos) – participou da Orquestra Sinfônica Nacional da Rádio MEC

Morte do cantor português Alberto Fortuna Vieira de Azevedo, o Albertinho Fortuna (30 anos) – estreou ainda menino na Rádio Sociedade do Rio de Janeiro. Em 1940, ingressou na Rádio Nacional do Rio de Janeiro, emissora na qual integrou o “Trio Melodia”, formado para o lançamento do programa “Um milhão de melodias”, atuando ao lado de Nuno Roland e Paulo Tapajós

Morte do sambista e bicheiro fluminense Luizinho Drumond (5 anos) – presidiu a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro e a escola de samba Imperatriz Leopoldinense

Estreia do programa “Sem Censura” na TVE Brasil, atual TV Brasil (40 anos)

2

Criação do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (ICr/HCFMUSP) (55 anos)

Congresso Nacional oficializa o adiamento das eleições municipais de 2020 em meio a pandemia do novo coronoavírus (5 anos)

Publicação da Lei nº 14.019, que determinou o uso obrigatório de máscaras em espaços públicos e privados, como forma de combater a pandemia de covid-19 (5 anos)

Desastre na mina de jade de Hpakant em Myanmar (5 anos) – considerado o acidente mais mortal da industria do setor, pois um deslizamento de terra matou pelo menos 172 pessoas em um local de mineração

3

Sancionada a Lei nº 14.019/2020, que tornou obrigatório o uso de máscaras em espaços públicos (5 anos)

Morte do ator paulista Leonardo Villar (5 anos) – conhecido internacionalmente pelo filme “O Pagador de Promessas (1962)”

Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial – celebra a aprovação da Lei n° 1.390, a Lei Afonso Arinos, de 1951

4

Morte da primeira Miss Brasil e modelo baiana Martha Rocha (5 anos) – segundo lugar do Miss Universo, sendo que jornalistas brasileiros se uniram na divulgação da lenda que ela teria perdido porque tinha duas polegadas a mais nos quadris

Lançamento da obra clássica “Alice no país das maravilhas”, pelo britânico Charles Lutwidge Dodgson, o Lewis Carrol (160 anos)

Consagração, pelo Papa João Paulo II, da Catedral Basílica Santuário Nacional de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, na cidade de Aparecida (SP) (45 anos)

5

Morte do escritor e dramaturgo paulista Antônio Bivar (5 anos) – ganhador do Prêmio Molière de melhor autor com a peça “Abre a Janela”, “Deixa Entrar o Ar Puro” e “O Sol da Manhã”

Dia Internacional das Cooperativas – data reconhecida pela ONU, sempre ocorre no primeiro sábado de julho

Dia Mundial da Capoeira – comemoração internacional, prevista no Artigo 10 da Convenção Internacional de Capoeira

*As datas são selecionadas pela equipe de pesquisadores do Projeto Efemérides, da Gerência de Acervo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que traz temas relacionados à cultura, história, ciência e personalidades, sempre ressaltando marcos nacionais e regionais. A Gerência de Acervo também atende aos pedidos de pesquisa do público externo. Basta enviar um e-mail para [email protected].

 

Polícia solicita prisão temporária de suspeito pela morte de Adalberto Amarilio Júnior em Interlagos

Por MRNEWS:

Polícia solicita prisão temporária de suspeito pela morte de Adalberto Amarilio Júnior em Interlagos

A investigação sobre a morte do empresário Adalberto Amarilio Júnior deu um importante passo nesta sexta-feira (27), após a Polícia Civil de São Paulo solicitar a prisão temporária de um dos suspeitos de envolvimento no caso. O crime ocorreu no Autódromo de Interlagos, zona sul da capital paulista, e vinha intrigando as autoridades pela complexidade e circunstâncias misteriosas.

Segundo informações reveladas pelas autoridades, o avanço na apuração foi possível graças ao depoimento de uma testemunha-chave, que trouxe novos elementos sobre os últimos momentos da vítima e sobre a possível motivação do crime. O conteúdo do depoimento segue em sigilo para não comprometer o andamento da investigação.

Adalberto, empresário conhecido no ramo automotivo, foi encontrado morto em circunstâncias suspeitas no autódromo, levantando dúvidas desde o início. A área foi isolada e periciada por equipes especializadas, que passaram dias analisando vestígios e cruzando imagens de câmeras de segurança.

O nome do suspeito ainda não foi divulgado oficialmente, mas fontes ligadas ao inquérito afirmam que ele teria estado com a vítima pouco antes de sua morte. A prisão temporária solicitada pela polícia é de 30 dias, podendo ser prorrogada caso novos fatos sejam apurados.

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Familiares e amigos de Adalberto se manifestaram nas redes sociais cobrando justiça e maior celeridade nas investigações. A comoção em torno do caso aumentou nas últimas semanas, especialmente após a divulgação do laudo pericial que descartou causas naturais.

A Justiça deve se pronunciar nas próximas horas sobre o pedido de prisão feito pelos investigadores. Enquanto isso, o caso segue em sigilo judicial.


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Morte de Adalberto Júnior: Polícia revela detalhes chocantes sobre caso no Autódromo de Interlagos

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Durante coletiva realizada nesta quarta-feira (18), a Polícia Civil de São Paulo trouxe revelações impactantes sobre a morte do empresário Adalberto Amarilio dos Santos Júnior, de 36 anos. O laudo do Instituto Médico-Legal (IML) aponta que a vítima sofreu uma morte lenta e agonizante, causada por asfixia mecânica combinada com compressão torácica — o que pode indicar esganadura. O caso agora é investigado como homicídio.

Lesões e sinais de sofrimento

O relatório pericial também constatou ferimentos nos joelhos do empresário, indicando que ele pode ter sofrido lesões enquanto ainda estava consciente. Tais marcas sugerem reação defensiva ou movimentação corporal antes de ser deixado no buraco em uma área de obras dentro do Autódromo de Interlagos. O corpo foi encontrado no dia 3 de junho, quatro dias após seu desaparecimento.

Local do crime e dificuldade na reconstrução

Segundo as autoridades, não foram encontrados sinais de luta corporal no local, mas o posicionamento do corpo entre estruturas fixas dificulta a reconstituição exata da dinâmica da morte. A área foi completamente periciada, e os investigadores seguem cruzando informações de depoimentos, registros e laudos periciais.

Exames genéticos e digitais em andamento

Ainda são aguardados os resultados de exames genéticos de material encontrado sob as unhas da vítima, além da análise do sangue recolhido no carro de Adalberto, localizado por familiares no dia seguinte ao desaparecimento. O veículo estava trancado, com uma blusa no banco do passageiro, e sem sinais aparentes de arrombamento.

As autoridades também requisitaram imagens de câmeras de segurança e cruzamento de presença de funcionários e frequentadores da área na data do crime, buscando identificar eventuais suspeitos.

Declaração do secretário de Segurança Pública

O secretário executivo da Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves, classificou a morte de Adalberto como sofrida e lenta, reforçando o caráter cruel do crime. “Foi uma morte sofrida mesmo, lenta”, afirmou. A polícia ainda não descarta nenhuma hipótese, incluindo confronto com seguranças, envolvimento de terceiros ou até uma abordagem premeditada.

Mistério continua

O caso permanece sem conclusão definitiva, mas a Polícia Civil mantém as investigações em ritmo intenso. A principal linha de trabalho agora é identificar com quem Adalberto esteve nas horas anteriores à sua morte e descobrir qual foi a real motivação do crime.

Tags: caso adalberto, morte empresário interlagos, laudo IML, asfixia, homicídio, polícia civil, investigação, São Paulo

Caso Adalberto: Delegada aponta possível envolvimento de pessoa próxima e levanta novas hipóteses

Durante coletiva de imprensa realizada na última segunda-feira (16), a delegada Ivalda Aleixo, coordenadora do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), trouxe novas informações sobre a morte do empresário Adalberto Amarilio dos Santos Júnior, de 36 anos. Segundo ela, os indícios colhidos até o momento sugerem que Adalberto pode não ter retornado ao carro após deixar o evento de motos ocorrido no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, no dia 30 de maio.

O corpo do empresário foi encontrado no dia 3 de junho, em um buraco dentro de uma área em obras no próprio autódromo. A última comunicação dele foi com a esposa, quando afirmou, por volta das 21h, que já estava indo para casa jantar. Desde então, não houve mais contato.

Manchas de sangue no carro

Uma das principais linhas de investigação gira em torno das manchas de sangue encontradas em diferentes partes do carro de Adalberto, como no assoalho, banco traseiro, próximo à porta e atrás do banco do passageiro. A delegada informou que a Polícia Civil aguarda o resultado dos exames de DNA para confirmar se o sangue pertence à vítima ou a uma terceira pessoa. A confirmação poderá alterar drasticamente os rumos da apuração.

Hipóteses levantadas

Durante a coletiva, Ivalda Aleixo levantou hipóteses importantes: “Pode ter sido alguém da manutenção, segurança, vigilância… ou até alguém que estava saindo com ele”, afirmou. A delegada deixou claro que, neste momento, nenhuma possibilidade está sendo descartada, e o trabalho investigativo está focado em reconstituir os últimos passos de Adalberto antes do desaparecimento.

Depoimento de amigo apresenta inconsistências

Outro ponto que chamou atenção das autoridades foi o depoimento de Rafael Aliste, amigo que acompanhava Adalberto no evento. De acordo com a delegada, a primeira versão do relato apresentado por Rafael continha omissões e falhas, o que levou a polícia a convocá-lo novamente para prestar esclarecimentos.

O carro de Adalberto, que inicialmente não foi localizado, foi encontrado pela família um dia após o desaparecimento em uma área do autódromo. O veículo estava trancado, com uma blusa no banco do passageiro, e aparentava estar intacto.

Família e patrimônio

Adalberto era casado há oito anos e não tinha filhos. O empresário era dono de três óticas e mantinha um alto padrão de vida. Segundo a esposa, não houve movimentações financeiras suspeitas nas contas dele nos dias que antecederam o desaparecimento.

A Polícia Civil continua apurando o caso com cautela, enquanto familiares e amigos esperam por respostas concretas sobre o que realmente aconteceu naquela noite.

Tags: adalbertojunior, casoadalberto, crime, Interlagos, polícia, desaparecimento empresário, São Paulo

Esposa de empresário revela busca desesperada no autódromo após sumiço do marido; sangue foi encontrado no carro

Na madrugada de 30 de maio, o desaparecimento do empresário Adalberto Amarilio dos Santos Júnior, de 35 anos, mobilizou familiares e levantou uma série de questionamentos que agora são peças-chave na investigação conduzida pela Polícia Civil de São Paulo. Durante depoimento prestado na última segunda-feira (9), a esposa da vítima revelou que esteve no Autódromo de Interlagos, poucas horas após o sumiço do marido, numa tentativa desesperada de localizá-lo.

Segundo o relato, ela foi ao local acompanhada dos pais de Adalberto, mas ao chegar ao autódromo, um segurança alegou que não havia nenhum carro estacionado. No entanto, ao retornarem no dia seguinte, o grupo encontrou o veículo no estacionamento. O carro estava aparentemente intacto, com apenas uma blusa no banco do passageiro. Nenhum sinal de arrombamento foi constatado.

Sangue no veículo e ausência de câmera levantam suspeitas

A perícia técnica identificou vestígios de sangue no interior do carro da vítima, o que levantou novas hipóteses sobre o que poderia ter acontecido com Adalberto entre sua última aparição no evento de motos e a descoberta de seu corpo, quatro dias depois, em um buraco de obra dentro da área do autódromo.

Além disso, o empresário foi encontrado sem calça e sem sapatos, mas ainda com o capacete na cabeça. O celular estava com ele, e está sendo periciado. Um item que chama atenção é a câmera que costumava estar acoplada ao capacete — ela desapareceu sem explicações e pode conter imagens cruciais para o esclarecimento do caso.

Depoimentos e investigação em andamento

Três pessoas que trabalharam no evento de motos prestaram depoimentos à polícia, acompanhadas por advogados, e sem contato com a imprensa. A empresa responsável pela organização do evento segue colaborando com as autoridades, fornecendo a lista de funcionários e documentos relacionados à logística do dia.

O casal vivia junto há oito anos e levava uma vida confortável. Adalberto era proprietário de três óticas em São Paulo e possuía um patrimônio de alto valor. Ainda segundo a esposa, não houve movimentações financeiras suspeitas nas contas da vítima no período do desaparecimento.

Expectativa por respostas

Com mais peças sendo reveladas a cada semana, a expectativa é de que a Polícia Civil avance nas investigações com base nos laudos técnicos e nos depoimentos. A descoberta de sangue, o sumiço da câmera do capacete e a falta de explicações plausíveis sobre o acesso ao local onde o corpo foi encontrado continuam alimentando a suspeita de que a morte não tenha sido acidental.

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Laudo do IML sobre morte de empresário em Interlagos desmente versão de amigo e reforça suspeita de homicídio

O caso da morte do empresário Adalberto Amarilio Júnior, encontrado em um buraco de obra no Autódromo de Interlagos, Zona Sul de São Paulo, ganhou novos rumos após a divulgação oficial do laudo pericial nesta terça-feira, 17 de junho de 2025. O documento, divulgado pelo Instituto Médico Legal (IML) e noticiado pela TV Globo, revela que Adalberto morreu por asfixia mecânica, com indícios claros de compressão pulmonar, possivelmente por esganadura.

Causa da morte e ausência de drogas no organismo

Os exames necroscópicos apontaram que não havia presença de álcool ou drogas no organismo do empresário. Esse dado é extremamente relevante porque entra em contradição com o depoimento de Rafael Aliste, amigo de Adalberto e uma das últimas pessoas a vê-lo com vida.

Rafael afirmou em dois depoimentos à polícia que ambos teriam consumido cerveja e maconha durante o evento no autódromo, em 30 de maio. Com a conclusão do exame toxicológico, essa versão perde força e levanta suspeitas sobre a real participação de Rafael na morte do empresário.

Investigação e desdobramentos

Adalberto Amarilio Júnior desapareceu após o evento e foi encontrado três dias depois, em 3 de junho, por um funcionário da obra no autódromo. Câmeras de segurança chegaram a registrar imagens do empresário caminhando sozinho pela área do estacionamento, o que inicialmente contribuiu para a hipótese de acidente ou sumiço voluntário.

No entanto, escoriações no pescoço e sinais de sufocamento reforçam a tese de que houve uma ação violenta. A ausência de traumas por socos ou objetos contundentes também descarta briga corporal, sugerindo uma possível esganadura silenciosa, seguida de ocultação do corpo no buraco da obra.

Até o momento, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo ainda não se manifestou oficialmente sobre a reclassificação do caso, mas fontes ligadas à investigação indicam que o status pode mudar de “morte suspeita” para homicídio qualificado.

Versão do amigo entra em colapso

Além das contradições sobre o uso de entorpecentes, Rafael Aliste ainda registrou um boletim de ocorrência no dia seguinte ao desaparecimento do amigo, alegando ter sido assaltado em Cotia, cidade onde mora. Ele relatou que criminosos armados teriam levado sua moto e seu celular, justamente quando ele estaria ajudando a colar cartazes em busca de Adalberto.

Agora, com a nova evidência pericial, a polícia analisa se o suposto assalto não teria sido uma tentativa de criar álibi ou desviar a atenção da investigação.


Conclusão:
O laudo técnico representa um divisor de águas no caso. A clara incompatibilidade entre os dados periciais e os relatos do amigo da vítima levanta sérias dúvidas e pressiona as autoridades a intensificarem as investigações. O mistério em torno da morte de Adalberto Amarilio Júnior segue aberto, mas com novos elementos que apontam para um desfecho muito mais sombrio do que se imaginava inicialmente.


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Laudo revela que empresário foi jogado vivo em buraco no Autódromo de Interlagos; investigação toma novo rumo

Um novo laudo necroscópico da Polícia Técnico-Científica de São Paulo trouxe revelações impactantes sobre a morte do empresário Adalberto dos Santos, encontrado no fundo de um buraco dentro do Autódromo de Interlagos, na capital paulista. Segundo o exame, divulgado nesta segunda-feira (17), o empresário foi vítima de asfixia violenta e estava vivo no momento em que foi jogado no buraco onde seu corpo foi localizado.

A informação muda completamente o rumo das investigações. Inicialmente, a principal linha de apuração era a de latrocínio (roubo seguido de morte), mas com os novos dados, a polícia agora trata o caso como homicídio qualificado.

Detalhes do laudo

De acordo com o documento, não foram encontradas lesões traumáticas decorrentes de agressões físicas, como socos ou chutes, nem sinais de uso de objetos contundentes. Também foi descartada a ocorrência de violência sexual.

Outro ponto importante é que os exames toxicológicos deram negativo para álcool e substâncias entorpecentes, o que contradiz a versão apresentada por Rafael Aliste, amigo da vítima e uma das últimas pessoas a vê-lo com vida.

Depoimentos contraditórios

Rafael Aliste já prestou dois depoimentos à Polícia Civil, sendo o último com duração de quase seis horas. Em sua narrativa, ele afirmou que Adalberto havia feito uso de bebidas alcoólicas e drogas durante um evento realizado no autódromo. A informação, no entanto, foi desmentida pelos exames laboratoriais, o que levanta dúvidas sobre sua conduta e participação no caso.

Além disso, Rafael registrou um Boletim de Ocorrência eletrônico alegando que teria sido assaltado na cidade de Cotia (SP), onde mora, um dia após o desaparecimento do empresário. Ele disse que criminosos armados o abordaram enquanto ele colava cartazes com familiares de Adalberto, e que teve sua moto e celular levados.

Investigação segue em sigilo

A Polícia Civil segue com a apuração sob sigilo, mas fontes ligadas ao caso afirmam que o depoimento de Rafael Aliste está sendo reavaliado, e novas diligências estão previstas para os próximos dias. Com a exclusão das hipóteses de latrocínio e uso de drogas, a principal linha investigativa agora tenta entender quem teria interesse na morte de Adalberto dos Santos e qual foi a real motivação do crime.

A família da vítima acompanha o caso de perto e tem cobrado celeridade nas investigações. A repercussão do caso nas redes sociais aumentou a pressão por respostas concretas e punição dos responsáveis.


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Comportamento de amigo de empresário morto em Interlagos levanta suspeitas e alerta investigadores

A morte misteriosa do empresário Adalberto dos Santos, encontrado em uma área de obras no Autódromo de Interlagos, na zona sul de São Paulo, no último dia 3 de junho de 2025, continua cercada de incertezas. Um detalhe observado pelos investigadores durante o depoimento de um amigo da vítima, identificado como Rafael, trouxe um novo foco para a apuração conduzida pela Polícia Civil de São Paulo.

🔍 Amigo da vítima é analisado pela polícia

Segundo a delegada Ivalda Aleixo, responsável pelo caso, Rafael apresentou comportamentos que chamaram a atenção da equipe investigativa. Apesar de fornecer um álibi, seu depoimento inicial apresentou contradições sutis, o que motivou sua submissão ao Núcleo de Análise Comportamental da corporação.

“Ele passou pelo Núcleo de Análise Comportamental, porque é introvertido, calmo. A gente queria confirmar algumas declarações do desaparecimento”, explicou a delegada.

A avaliação comportamental foi utilizada para verificar a coerência e a veracidade do relato, algo que vem sendo adotado com mais frequência em casos complexos, especialmente aqueles sem testemunhas diretas ou com lacunas temporais.

🛵 Suposto assalto também está sob investigação

Outro ponto que entrou no radar dos investigadores foi o relato de Rafael sobre um assalto ocorrido no dia seguinte ao desaparecimento de Adalberto. Segundo ele, enquanto voltava ao autódromo com a esposa do empresário, em busca de pistas, foi abordado por criminosos, que levaram sua motocicleta e o celular.

Esse episódio, por sua proximidade com a data do desaparecimento e pelas circunstâncias inusitadas, passou a ser avaliado com cautela pelas autoridades. A delegada reforça que nenhuma hipótese foi descartada até o momento.

🔬 Polícia aguarda laudos e exames técnicos

Com os depoimentos sendo analisados, a Polícia Civil aguarda agora os laudos toxicológicos, análise necroscópica e o teste de DNA do sangue encontrado no carro da vítima. A análise desses materiais poderá confirmar se houve luta, uso de substâncias ou qualquer outro fator que contribua para elucidar as causas da morte.

As câmeras de monitoramento da região também estão sendo vasculhadas na tentativa de reconstruir os últimos momentos de Adalberto com precisão.

🕵️‍♀️ Mistério segue cercado de silêncio

Apesar da repercussão do caso, a delegada reforça que muitas informações estão sendo mantidas sob sigilo, como forma de preservar o andamento das investigações. Todos os dados já foram inseridos nos sistemas da Polícia Civil e estão sendo analisados por técnicos especializados.

A polícia ainda não divulgou se trabalha com a hipótese de homicídio, latrocínio (roubo seguido de morte) ou outro tipo de crime. O mistério em torno do empresário morto em Interlagos segue sem resposta, mas as análises comportamentais e exames laboratoriais devem ser cruciais para apontar o desfecho do caso.


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Fim do Mistério: Laudo Oficial Revela a Causa da Morte do Empresário Adalberto Amarilio Júnior

Nesta terça-feira, 17 de junho de 2025, o caso envolvendo a morte do empresário Adalberto Amarilio Júnior ganhou novos contornos com a divulgação do laudo oficial do Instituto Médico Legal (IML). Após dias de especulação e mistério, a causa da morte foi confirmada como asfixia, possivelmente provocada por esganadura ou compressão torácica.

O corpo do empresário havia sido encontrado no dia 3 de junho, dentro de um buraco em uma obra, por um funcionário. Adalberto estava desaparecido desde o dia 30 de maio, data em que foi visto pela última vez durante um evento de motociclismo no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. De acordo com o IML, o óbito ocorreu entre 24 e 48 horas antes da localização do cadáver.

Laudo contradiz relato de testemunha

Além de indicar a morte violenta por asfixia, o laudo toxicológico não encontrou vestígios de álcool ou entorpecentes no organismo do empresário, o que contradiz a versão apresentada pelo amigo Rafael, que afirmou à polícia que Adalberto teria consumido cerveja e maconha durante o evento.

O documento também apontou ausência de violência sexual e lesões traumáticas, embora tenham sido encontradas escoriações no pescoço, o que fortalece a hipótese de esganadura. Esses indícios levaram a polícia a considerar seriamente a possibilidade de homicídio, mesmo que ainda não haja confirmação oficial da mudança de status da investigação.

Circunstâncias ainda nebulosas

Chamou atenção o fato de o corpo ter sido localizado sem calça e sem tênis, aumentando o mistério em torno do que realmente aconteceu nas últimas horas de vida de Adalberto. Câmeras de segurança do autódromo captaram imagens dele ainda no estacionamento, antes de desaparecer.

A Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo segue investigando o caso, e não descarta o envolvimento de terceiros. Familiares e amigos aguardam por respostas, enquanto a repercussão nas redes sociais cresce com o avanço das investigações.

Próximos passos da investigação

Com o laudo do IML em mãos, a polícia deve intensificar a apuração para identificar possíveis suspeitos e esclarecer o que levou à morte de Adalberto Amarilio Júnior. O caso, inicialmente tratado como uma morte suspeita, caminha para ser classificado como homicídio, à medida que surgem mais evidências que apontam para ação humana direta na morte do empresário.

A sociedade agora aguarda não apenas por justiça, mas também por esclarecimentos definitivos sobre um caso que chocou o país pela brutalidade e pelo mistério que o envolveu desde o início.


permanece sob observação. A polícia destaca que ele tem colaborado com as investigações e não é considerado suspeito formal até o momento. No entanto, a delegada Ivalda Aleixo afirmou que “ninguém está descartado nesta fase da investigação”.

A família de Adalberto, ainda abalada com a perda repentina, tem evitado entrevistas. Amigos próximos relatam que ele era uma pessoa tranquila, sem histórico de envolvimento em conflitos ou situações de risco.

Enquanto o inquérito avança, o caso segue gerando comoção e questionamentos nas redes sociais. A população acompanha cada passo da investigação com expectativa por justiça.

Quem tiver informações que possam colaborar com o caso pode entrar em contato com o Disque Denúncia pelo número 181. O sigilo é garantido.


Tags: caso Adalberto, desaparecimento, homicídio, Autódromo de Interlagos, Rafael Aliste, DHPP, São Paulo

 

Perícia no celular de empresário encontrado morto em Interlagos revela detalhes cruciais

Uma análise técnica realizada no celular de Adalberto Amarilio dos Santos Júnior, empresário de 35 anos que foi encontrado morto em um buraco no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, trouxe informações importantes para as investigações da Polícia Civil. O aparelho registrou a última mensagem enviada por Adalberto às 19h48 do dia 30 de maio, quando ele informou à esposa que estava saindo do evento em que participava.

De acordo com os peritos, a esposa ainda tentou contatar o marido às 21h12, mas o celular já estava desligado. Esse intervalo é considerado pela polícia como o provável momento em que o crime ocorreu.

Festival, desaparecimento e vestígios no carro

Adalberto compareceu sozinho a um festival no autódromo e foi visto pela última vez ao lado de um amigo, com quem teria consumido bebida alcoólica e maconha. Ele chegou a enviar uma última mensagem por volta das 20h30, avisando que voltaria ao carro. No entanto, imagens de câmeras de segurança não mostraram qualquer movimentação dele em direção ao estacionamento.

Durante uma nova perícia no carro do empresário, especialistas do Instituto de Criminalística encontraram sangue humano em pelo menos quatro áreas do veículo. O material será submetido a exames genéticos para confirmar se pertence à vítima, o que aumenta a suspeita de que Adalberto possa ter sido agredido antes de desaparecer.

IML busca respostas sobre a causa da morte

O Instituto Médico Legal (IML) ainda aguarda os resultados dos exames toxicológicos, anatomopatológicos e subungueais. Este último é considerado essencial para identificar possíveis sinais de defesa corporal e eventuais vestígios do agressor. Enquanto isso, a Polícia Civil segue ouvindo testemunhas e analisando imagens de câmeras para tentar esclarecer as circunstâncias do crime.

Adalberto era conhecido no setor óptico e também por sua atuação em causas sociais. O caso gerou comoção e segue cercado de mistério, com a família aguardando respostas definitivas sobre o que teria acontecido naquela noite trágica em Interlagos.


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aso Adalberto: Esposa Fala Sobre Motivo da Morte e Lamenta Tragédia

A morte do empresário Adalberto dos Santos Junior, de 35 anos, encontrado dentro de um buraco em uma obra no Autódromo de Interlagos, na Zona Sul de São Paulo, comoveu familiares, amigos e a sociedade. Em entrevista exclusiva concedida ao jornalista Roberto Cabrini, a esposa de Adalberto, Fernanda Dândalo, desabafou sobre a dor da perda e pediu justiça para o caso.

Dor e Mistério: A Perda de Adalberto

Durante a entrevista ao programa Domingo Espetacular, Fernanda contou que Adalberto estava participando de um evento relacionado a corridas — algo que ele apreciava muito — e manteve contato constante com ela durante toda a ocasião. Segundo ela, não havia qualquer indício de conflito ou desentendimento que pudesse explicar o trágico fim.

O motivo, eu não sei. Por maldade”, lamentou Fernanda, emocionada ao falar sobre o falecimento do marido. Ela também destacou o perfil do empresário: uma pessoa amorosa, educada e respeitadora, que estava feliz e empolgado por estar naquele evento.

A Busca e o Desespero

Fernanda revelou que durante o evento Adalberto enviou fotos, mas ao não retornar no horário combinado e não atender às ligações, ela entrou em pânico. A esposa iniciou buscas, acionou a polícia e acompanhou, aflita, os desdobramentos até a confirmação da morte do marido.

Investigação Policial

A polícia, por meio do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), está à frente das investigações. A delegada Ivalda Aleixo afirmou que a hipótese de acidente está praticamente descartada. Isso porque os pertences pessoais de Adalberto, como celular, dinheiro, cartões, aliança, documentos e chaves do carro, estavam com ele no momento da morte, o que também afasta a possibilidade de latrocínio (roubo seguido de morte).

Até o momento, as autoridades continuam apurando todas as circunstâncias para esclarecer o que realmente aconteceu naquele local, enquanto a família segue na espera por respostas e por justiça.


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Empresário é Encontrado Morto em Buraco e Amigo Aponta Possível Crime: “Vacilo não foi dele”

A morte do empresário Adalberto Amarilio dos Santos Junior, de 36 anos, segue envolta em mistério. O corpo do homem foi encontrado na terça-feira (3), em um buraco de obra no Autódromo de Interlagos, zona sul de São Paulo, quatro dias após seu desaparecimento. Adalberto havia participado de um evento de motociclistas no local e foi visto pela última vez ao se dirigir ao estacionamento, por volta das 19h40, quando enviou uma mensagem à esposa.

A cena do encontro do corpo chamou a atenção das autoridades: o empresário estava sem calça, com o capacete e o celular próximos. O estado em que foi encontrado — despido parcialmente — levantou a suspeita de que ele possa ter sido submetido a algum tipo de tentativa de humilhação ou constrangimento antes de sua morte.

Em entrevista ao programa Balanço Geral, da Record, Sidney, amigo pessoal de Adalberto, fez declarações contundentes. Segundo ele, o empresário levava uma câmera durante o evento, o que pode ser uma peça-chave na investigação. O objeto, porém, não foi localizado, e Sidney acredita que a câmera possa ter sido removida propositalmente para esconder provas. “Tenho certeza de que ele foi assassinado. Está muito claro”, afirmou o amigo.

Sidney também reforçou que Adalberto era uma pessoa tranquila, sem histórico de envolvimento com drogas ou conflitos, e levava uma vida discreta. Outros amigos confirmaram o mesmo, tornando ainda mais difícil entender o motivo de um possível crime contra alguém que não aparentava ter inimigos.

A Polícia Civil de São Paulo segue investigando o caso e trabalha com a hipótese de crime premeditado. A localização do corpo, em uma área isolada e cercada por tapumes, além da ausência da câmera e o estado em que ele foi encontrado, aumentam as dúvidas sobre o que realmente aconteceu nas horas finais de Adalberto.

A família e os amigos aguardam por respostas enquanto a polícia continua analisando imagens de segurança, depoimentos e buscando por novas evidências que possam esclarecer a tragédia.


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Polícia encontra vestígios de sangue no carro de empresário morto no Autódromo de Interlagos

A Polícia Civil de São Paulo deu mais um passo importante nas investigações sobre a morte do empresário Adalberto Amarillo Júnior, cujo corpo foi encontrado no último dia 3 de junho, em um buraco de uma obra dentro do Autódromo de Interlagos, na Zona Sul da capital. Uma nova perícia realizada no veículo do empresário revelou marcas de sangue em quatro pontos diferentes do carro, levantando ainda mais suspeitas sobre a possibilidade de violência antes do óbito.

Vestígios de sangue em diferentes áreas do veículo

De acordo com o Instituto de Criminalística, o material biológico foi localizado ao lado da porta, no assoalho traseiro, atrás do banco do passageiro e no banco de trás do automóvel. Os primeiros testes confirmam que o sangue é de origem humana, mas a identidade ainda precisa ser confirmada por exames de DNA. O confronto genético está em andamento e deve apontar se o sangue pertence, de fato, ao próprio Adalberto.

A descoberta reforça a linha de investigação que considera a hipótese de uma possível agressão física antes da morte do empresário. Até o momento, não há evidências conclusivas sobre como ele acabou em um buraco de obra dentro do autódromo.

Linha do tempo do desaparecimento

Adalberto Amarillo Júnior foi visto pela última vez no dia 30 de maio, quando participou de um evento no próprio Autódromo de Interlagos. Câmeras de segurança registraram sua chegada ao local por volta das 12h30. Ele estava sozinho, vestindo camiseta preta, calça jeans, botas e boné. À noite, encontrou-se com um amigo e, segundo relatos, teria consumido maconha e ingerido aproximadamente oito copos de cerveja durante o evento.

A última mensagem enviada à esposa foi registrada às 20h30. Depois disso, ele não foi mais visto. Seu amigo relatou que, ao se despedirem, Adalberto teria dito que retornaria ao carro. No entanto, não há imagens que mostrem seu trajeto até o estacionamento, e esse ponto segue sendo investigado.

 

Moraes manda prender condenados por bomba no aeroporto de Brasília

Por MRNEWS:

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prisão dos três homens condenados pela tentativa de explosão de um caminhão-tanque nos arredores do aeroporto de Brasília, no dia 24 de dezembro de 2022, véspera de Natal. 

Com a medida, os acusados George Washington de Oliveira, Alan Diego dos Santos Rodrigues e Wellington Macedo de Souza ficarão presos preventivamente, ou seja, por tempo indeterminado. 

A decisão foi assinada na terça-feira (24), e os acusados devem passar por uma audiência de custódia nos próximos dias.

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Os três acusados já foram condenados pela Justiça do Distrito Federal. Em maio de 2023, a Justiça apenou o empresário George Washington a nove anos e quatro meses de prisão. Alan Diego foi condenado a cinco anos e quatro meses.  As condutas envolvem os crimes de explosão, causar incêndio e posse arma de fogo sem autorização.

Wellington Macedo foi condenado a seis anos de prisão. Ele foi acusado de expor a integridade física da população mediante uso de explosivo. Todos já estavam no regime semiaberto. 

Ao determinar a nova prisão, Moraes entendeu que a tentativa de explosão tem ligação com os atos golpistas de 8 de janeiro.

Além de terem sido condenados pela Justiça da capital federal, os acusados já foram denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) ao Supremo pelos crimes de associação criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito,  golpe de Estado e atentado contra a segurança de transporte aéreo.

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“Os meios elegidos foram suficientes para caracterizar grave ameaça, por anunciar catástrofe coletiva com recado persuasivo. Firmada essas premissas, há necessidade de acautelar a ordem pública”, decidiu o ministro.

A Agência Brasil busca contato com a defesa dos acusados. O espaço está aberto para manifestação