Maio Amarelo realiza blitz educativa na Rua Thomaz Galhardo – Prefeitura Municipal de Ubatuba

O segundo dia de ações da Semana do Maio Amarelo em Ubatuba foi marcado pela realização da blitz educativa nesta terça-feira, 12, na Rua Thomaz Galhardo. A atividade teve como foco a conscientização de motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres sobre segurança viária, respeito à faixa de pedestres e responsabilidade no trânsito.

A ação contou com a participação do Departamento Municipal de Trânsito, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Rodoviária Estadual (PRE) e Guarda Civil Municipal (GCM). Ao todo, foram abordados 533 carros, 142 motos, 68 bicicletas elétricas, 112 bicicletas e 32 pedestres. Durante a atividade, também foram registradas cinco autuações.

Desde segunda-feira, 11, Ubatuba realiza uma programação especial da Semana do Trânsito, com atividades educativas em escolas, blitz de conscientização e palestras voltadas à segurança viária. A agenda integra o movimento Maio Amarelo 2026, lançado nacionalmente pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), com o tema “No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas”.

Neste ano, a campanha destaca especialmente a proteção dos motociclistas e a responsabilidade coletiva na prevenção de acidentes. A proposta é reforçar que atitudes simples, como reduzir a velocidade, respeitar a sinalização, dar preferência ao pedestre e evitar distrações ao volante, contribuem diretamente para preservar vidas.

“Essa ação tem um papel muito importante porque conversa diretamente com quem está nas ruas: motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres. O Maio Amarelo é um momento de conscientização, mas a responsabilidade no trânsito precisa acontecer todos os dias. Nosso objetivo é orientar, prevenir acidentes e reforçar que cada pessoa tem um papel fundamental para tornar o trânsito mais seguro”, afirmou o diretor de Trânsito, Raphael Queiroz.

A programação do Maio Amarelo segue ao longo da semana com novas atividades de orientação, palestras e ações educativas em diferentes pontos do município.

 

Varejo e indústria criticam fim da “taxa das blusinhas”

Por MRNEWS:

A decisão do governo federal de zerar o imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50, conhecida como “taxa das blusinhas”, provocou reação imediata de entidades da indústria e do varejo e das plataformas de comércio internacional.

A medida foi anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e passa a valer a partir desta quarta-feira (13), mantendo apenas a cobrança de 20% do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo estadual, sobre as encomendas.

Em nota, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) afirmou que a medida cria uma vantagem para fabricantes estrangeiros em detrimento da produção nacional. Em nota, a entidade declarou que a decisão representa “uma vantagem concedida a indústrias estrangeiras em detrimento do setor produtivo nacional”.

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A CNI avalia que o impacto será maior sobre micro e pequenas empresas e poderá provocar perda de empregos.

A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) classificou a revogação da cobrança como “extremamente equivocada”. Segundo a entidade, a medida amplia a desigualdade tributária entre empresas brasileiras e plataformas internacionais.

“É inadmissível que empresas brasileiras arquem com elevada carga tributária, juros reais altíssimos e custos regulatórios enquanto concorrentes estrangeiros recebem vantagens ainda maiores para acessar o mercado nacional”, afirmou a Abit.

A associação também argumentou que a decisão pode afetar a arrecadação pública. Dados da Receita Federal apontam que, entre janeiro e abril de 2026, o imposto arrecadou R$ 1,78 bilhão, alta de 25% em relação ao mesmo período do ano passado.

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A Associação Brasileira do Varejo Têxtil (Abvtex) disse “repudiar com veemência” o fim da tributação. Para a entidade, a medida representa “um grave retrocesso econômico e um ataque direto à indústria, ao varejo nacional e aos 18 milhões de empregos gerados no Brasil” e pode “penalizar as empresas brasileiras, especialmente as micros e pequenas, que produzem, empregam e sustentam a arrecadação do país”.

A entidade defendeu a criação de medidas compensatórias para evitar fechamento de empresas e perda de postos de trabalho.

A Frente Parlamentar Mista em Defesa da Propriedade Intelectual e Combate à Pirataria também criticou a decisão. 

“Não existe competitividade quando o empresário brasileiro paga impostos altos e o produto importado entra sem tributação. Isso prejudica empregos, produção nacional e o comércio formal”, declarou o presidente da frente, deputado Júlio Lopes (PP-RJ).

Apoio das plataformas

Na direção oposta, a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec) comemorou o fim da cobrança.

A entidade, que reúne empresas como Amazon, Alibaba, Shein e 99, afirmou que a tributação era “extremamente regressiva” e reduzia o poder de compra das classes C, D e E.

Segundo a Amobitec, a chamada “taxa das blusinhas” aprofundava a desigualdade social no acesso ao consumo e não cumpriu a promessa de fortalecer a competitividade da indústria nacional.

Fim da cobrança

A cobrança de 20% havia sido criada em 2024 no âmbito do programa Remessa Conforme, voltado a regulamentar compras internacionais em plataformas como Shein, Shopee e AliExpress.

Para compras acima de US$ 50, segue mantida a tributação de 60%.

No ato de assinatura da MP que acaba com o imposto, o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, explicou que foi possível zerar o imposto após três anos de combate ao contrabando e maior regularização do setor. 

Sorocaba tem programação da 24ª Semana Nacional de Museus – Agência de Notícias

Os sorocabanos poderão participar, nos dias 18, 20 e 21 de maio, da programação especial da 24ª Semana Nacional dos Museus, oferecida pela Prefeitura de Sorocaba, por meio da Secretaria de Cultura (Secult), com oficinas e visita monitorada ao Museu da Estrada de Ferro Sorocabana (MEFS).

Promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), a Semana Nacional dos Museus comemora o Dia Internacional de Museus (18 de maio) em todo o Brasil, com o objetivo de divulgar e valorizar os museus brasileiros, aumentar o público visitante, e intensificar a relação dos museus com a sociedade.

Em 2026, o tema proposto é “Museus: unindo um mundo dividido”, que convida o público à reflexão sobre o papel dessas instituições como agentes ativos na construção de uma sociedade mais justa e democrática. Os museus atuam além da preservação histórica, promovendo, ainda um espaço para diálogo, participação e garantia do direito à memória.

“Todos os anos a Secult prepara ações culturais conforme a proposta do Ibram. Além da iniciativa colaborar para a ocupação dos nossos espaços, como os museus, também amplia o acesso da população aos bens culturais”, destaca o secretário da pasta, Luiz Antônio Zamuner.

Os interessados devem realizar as inscrições pelo link: https://tinyurl.com/semananacionaldemuseus.

O Museu Histórico Sorocabano (MHS) está localizado na Rua Teodoro Kaisel, s/nº, na Vila Hortência, anexo ao Parque Zoológico Municipal “Quinzinho de Barros”. Já o MEFS fica na Praça Jardim Maylasky, na Avenida Afonso Vergueiro, s/nº, no Centro.

Programação do Museu Histórico Sorocabano

Na próxima segunda-feira (18), às 14h, será realizada uma oficina de Artes Visuais, com a artista Ella Vieira, vencedora do Prêmio Flávio Gagliardi de Artes Visuais.

Já na quarta-feira (20), às 18h, será ministrado o Minicurso “Outras narrativas em Museus Históricos”, com a coordenadora e produtora executiva do projeto, Larissa Girardi Losada. A atividade conta com carga horária de 2h, abordando a potencialidade do museu em fomentar outras narrativas, principalmente não hegemônicas. A iniciativa é uma contrapartida do projeto “Requalificação da Reserva Técnica dos Museus da Secretaria da Cultura de Sorocaba e acondicionamento do acervo”, contemplado no Edital PNAB 36/2024 da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo.

Programação do Museu da Estrada de Ferro Sorocabana

Os munícipes ainda terão a oportunidade de participar, na quinta-feira (21), às 18h, de uma visita noturna ao Museu da Estrada de Ferro Sorocabana (MEFS), que tem um acervo constituído por pinturas, fotografias, mapas e objetos, que relembram a história da Estrada de Ferro Sorocabana, tais como máquinas de escrever, de calcular, aparelhos telefônicos, PABX, teodolitos e diversos outros elementos históricos. O visitante também encontra no local pinturas e artefatos pessoais de Luiz Matheus Maylasky, visconde de Sapucaí e diretor da Estrada de Ferro Sorocabana, além de imagens e documentos que contam a história do início das ferrovias e locais por onde elas passaram.

Seleção cursos técnicos 2026/2: resultado preliminar dos pedidos de isenção da taxa de inscrição – IFSP

Confira o documento; recursos aos pedidos indeferidos devem ser feitos até dia 14 de maio

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP) divulga nesta terça-feira, 12 de maio, o resultado preliminar dos pedidos de isenção da taxa de inscrição solicitados no processo seletivo para os cursos técnicos 2026/2. No total, foram 201 pedidos.

O candidato que teve o pedido de isenção indeferido (negado) pode recorrer da decisão entre os dias 13 e 14 de maio. Para isso, deverá realizar login na área do candidato com o CPF ou e-mail e senha, escolher a opção Recurso e interpor novo recurso. Nesta etapa de recursos não serão recebidos novos documentos para análise do pedido de isenção. 

Os documentos relacionados ao processo seletivo estão disponíveis na página da seleção no site da Fundação CEFETMINAS, organizadora do exame.

Mais informações sobre os cursos e campi do IFSP podem ser conferidos em ifsp.edu.br/ps2026cs. 

Vereadores fazem “protocolaço” de projetos pelo fim da escala 6×1

Por MRNEWS:

Vereadores de diferentes regiões do Brasil articularam-se, nesta terça (12), para fazer o que eles chamaram de “protocolaço” de projetos legislativos pela redução da jornada de trabalho no setor público municipal, incluindo o fim da escala de seis dias trabalhados para um de descanso, a escala 6×1.

A mobilização foi encabeçada pelos vereadores do PT Luna Zarattini (São Paulo/SP), Pedro Rousseff (Belo Horizonte/MG), Kari Santos (Recife/PE), Brisa (Natal/RN), Maíra do MST (Rio de Janeiro/RJ) e Eduardo Zanatta (Balneário Camboriú/SC).

Segundo os vereadores, a iniciativa busca fortalecer a luta nacional pela revisão da jornada de trabalho. No caso, os projetos deram atenção ao setor público e a prestadores de serviço das prefeituras e câmaras municipais. 

Durigan diz ser contra qualquer compensação ao fim da escala 6×1

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Foram protocolados projetos de lei para estabelecer jornada de trabalho máxima de 40 horas semanais nas cidades com garantia de dois repousos semanais remunerados para trabalhadores de empresas que prestam serviços à administração pública direta e indireta.

Sem redução de salário

As propostas preveem que a adequação das escalas não poderá resultar em redução de salários para os funcionários. “A justificativa central é que o modelo 6×1 é uma lógica ultrapassada que compromete a saúde física e mental, reduzindo o tempo de descanso e convivência familiar”, defendeu o grupo de vereadores em nota à imprensa. 

A vereadora Luna Zarattini, de São Paulo (SP), por exemplo, afirmou que o projeto representa um passo concreto na construção de uma política comprometida com a saúde dos trabalhadores e com a promoção de um ambiente de trabalho mais justo e equilibrado.

Propostas para a redução da jornada e para o fim da escala 6×1 para os trabalhadores no Brasil também estão em tramitação, em regime de urgência, no Congresso Nacional.

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Durigan diz ser contra qualquer compensação ao fim da escala 6×1

Por MRNEWS:

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta terça-feira (12) ser “radicalmente contra” qualquer tipo de compensação financeira ou indenização a empresas em caso de aprovação de propostas que reduzam a jornada de trabalho e acabem com a escala 6×1 no Brasil. A declaração foi dada durante audiência pública na comissão especial da Câmara dos Deputados que discute mudanças nas regras trabalhistas.

Segundo o ministro, o debate sobre redução da jornada faz parte de uma transformação mundial nas relações de trabalho e não deve ser tratado como um prejuízo a ser compensado pelo Estado.

“Muita gente fala em indenização, em compensação. Eu sou radicalmente contra isso”, afirmou Durigan.

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Debate no Congresso

A comissão especial da Câmara analisa atualmente duas propostas de emenda à Constituição (PECs) sobre o tema.

Uma delas, apresentada pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP), prevê jornada semanal de quatro dias de trabalho e prazo de 360 dias para implementação das novas regras.

A segunda proposta, apresentada pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), reduz gradualmente a jornada para 36 horas semanais ao longo de dez anos.

Paralelamente, o governo federal enviou ao Congresso um projeto de lei propondo redução da carga horária semanal para 40 horas e diminuição da escala de seis para cinco dias trabalhados por semana.
 

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MP de Santa Catarina diz que cão Orelha não foi morto por adolescentes

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, durante audiência pública na comissão especial da Câmara dos Deputados que discute mudanças nas regras trabalhistas – Foto: Lula Marques/ Agência Brasil

Sem indenização

Durigan argumentou que a hora de trabalho pertence ao trabalhador e não às empresas.

“A titularidade da hora do trabalho não é do empregador”, declarou.

Segundo ele, mudanças nas relações trabalhistas ocorreram historicamente em vários países sem que houvesse compensações financeiras ao setor produtivo.

“Não cabe indenização. Quando a gente reconhece ganhos geracionais, isso não é só Brasil que faz, isso é um debate mundial”, afirmou.

O ministro disse ainda que outros países implementaram jornadas menores há décadas e conseguiram elevar produtividade e qualidade de vida dos trabalhadores.

Produtividade

Representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis aumentos de custos, impactos sobre competitividade e perda de produtividade em caso de redução da jornada.

Estudo da Confederação Nacional da Indústria citado durante o debate estima que uma redução para 40 horas semanais poderia provocar impacto negativo de 0,7% no Produto Interno Bruto (PIB), equivalente a cerca de R$ 76,9 bilhões.

Durigan, porém, afirmou que a mudança pode estimular ganhos de eficiência tanto para empresas quanto para trabalhadores.

“Se a gente tem hoje uma dinâmica de trabalho na empresa, é preciso otimizar essa dinâmica de trabalho. É preciso corrigir gargalos de eficiência”, disse.

Segundo o ministro, jornadas menores tendem a pressionar empresas e empregados a buscarem maior produtividade.

Pequenos negócios

Apesar de rejeitar indenizações, Durigan afirmou que o governo está disposto a discutir medidas de apoio para pequenas empresas durante eventual transição.

O ministro citou a possibilidade de ampliação de linhas de crédito, programas de capacitação e incentivos à digitalização de negócios.

“Acho que o Estado precisa ter linha de crédito, o Estado precisa ajudar na transformação digital, na transformação ecológica”, afirmou.

Durigan também mencionou a possibilidade de programas semelhantes ao Desenrola voltados para pequenos empreendedores.

Segundo ele, mecanismos já existentes, como o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e o Simples Nacional, ajudam a reduzir custos para empresas de menor porte.

Negociação coletiva

O ministro defendeu ainda que acordos coletivos continuarão sendo importantes mesmo com eventuais mudanças na legislação trabalhista.

“Para essa acomodação, para esses ajustes, é muito importante que a gente siga tendo espaço de negociação coletiva entre o setor patronal e o setor trabalhista”, declarou.

Durante a audiência, o relator da proposta, o deputado Leo Prates (Republicanos-BA), afirmou que o Brasil possui uma das maiores jornadas de trabalho do mundo, mas baixa produtividade.

“Nós temos a quarta maior jornada do mundo, 44 horas semanais, e temos uma das piores produtividades do mundo”, disse o parlamentar.

Segundo o cronograma da comissão, o parecer sobre a PEC deve ser apresentado ainda em maio.

Programa Ubatuba Sem Bitucas amplia ações de educação ambiental – Prefeitura Municipal de Ubatuba

A Prefeitura de Ubatuba recebeu uma ação de conscientização do programa Ubatuba Sem Bitucas, voltada à destinação correta de bitucas de cigarro. A iniciativa contou com a participação da Poiato Recicla, que realizou a distribuição de porta-bitucas móveis para servidores e motoristas fumantes, com o objetivo de evitar o descarte irregular desse tipo de resíduo em vias públicas, praias e demais espaços da cidade.

Os recipientes individuais permitem que as bitucas sejam armazenadas temporariamente ao longo do dia e, posteriormente, descartadas nos coletores específicos instalados em diferentes pontos do município. Atualmente, Ubatuba conta com 252 coletores de bitucas espalhados pela cidade, por meio do programa desenvolvido pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente.

“Estamos na Prefeitura divulgando o programa Ubatuba Sem Bitucas e distribuindo porta-bitucas móveis para que os funcionários e motoristas que fumam possam colocar suas bitucas dentro desse recipiente e, ao final do dia, descartá-las nos coletores que estão espalhados pela cidade”, explicou a representante da Poiato Recicla, Tatiana Araújo.

Nesta primeira etapa, a distribuição dos porta-bitucas móveis está sendo realizada junto aos servidores da Prefeitura. A ação busca envolver os funcionários municipais como multiplicadores da campanha e incentivar boas práticas ambientais no dia a dia.

Carol Santiago é ouro, o 37º pódio do país no Internacional de Berlim

Por MRNEWS:

A equipe brasileira paralímpica garantiu mais 14 pódios – nove de atletas adultos e o restante de jovens – nesta terça-feira (12), último dia do Campeonato Alemão Internacional de natação, em Berlim.  Ao todo, o país somou 37 medalhas durante os três dias de evento: entre adultos foram 11 ouros, cinco pratas e oito bronzes; e os jovens somaram oito ouros, quatro pratas e um bronze.

O Brasil emplacou dobradinhas em quatro pódios. Nos 50 metros livre a medalhista paralímpica Carol Santiago, da classe S10 (comprometimento físico-motor) assegurou o quarto ouro dela na competição ao concluir os 50 metros livre com tempo de 26s98. A compatriota Mariana Gesteira (27s87), também S10, ficou com o bronze e a britânica Georgia Sheffield (27s01), da classe S14 (deficiência intelectual) completou o pódio com a prata.

“É muito natural chegar no último dia depois de tantas provas se sentindo mais cansada. Mas consegui ajustar tudo o que eu precisava”, comemorou Santiago, que já vencera os 100m costas no domingo (10) e arrematou outros dois ouros na segunda (11), nos 100m livre e nos 50m costas.

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O segundo pódio duplo Amarelinho reuniu a paulista Beatriz Flausino, da classe S14 – ela ganhou com sobra a prova dos 50m peito como tempo de 23s68 – e a mineira Patrícia Pereira (56s93), da classe SB3 (comprometimento físico-motor), que foi bronze.  A prata ficou com a italiana Monica Boggioni, da classe SB3.

Outro pódio com dois brasileiros foi o da prova dos 400m livre. Bicampeão paralímpico, o catarinense Talisson Glock, da classe S6 (comprometimento físico-motor) venceu com o tempo de 4min59s45 e o carioca Thomaz Matera (4min36s80), da classe S11 (cegos) levou o bronze. A prata ficou com o britânico William Ellard (4min08s80).

Após o bronze, Matera subiu ao topo do pódio após vencer os 50m livre em 26s26, superando o italiano  Luca Da Prato (29s34), da classe S6. O britânico Mark Tompsett (24s34), da classe S14, foi bronze.

“Muito bonito chegar a esta medalha de ouro. Fico muito feliz e satisfeito. Classifiquei em terceiro para a final e consegui nadar mais rápido agora para buscar este ouro, quando estava valendo mesmo”, disse Thomaz.

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O último pódio duplo brasileiro foi nos 50m borboleta, com a prata da catarinense Mayara Petzold (37s14), da classe S6, e o bronze da paranaense Laura Sanches (30s34). A vencedora da prova foi a britânica Poppy Maskill (27s68),  da classe S14.

O Campeonato Internacional de Berlim é disputado no formato multiclasse, em que atletas de diferentes classes competem na mesma série.

Pódios de jovens nadadores

O dia foi bom para o paulista Enzo Rafael Martins, da classe S10 que enfileirou três medalhas: foi ouro nos nos 400m livre (tempo de 4min49s04), prata nos 50m livre (25s58) e prata nos 50m borboleta (29s87).

Outros dois jovens paulistas garantiram o topo do pódio nesta terça (12): Aldrey de Oliveira, da classe S14, nos 50m borboleta com o tempo de 31s75 e Luiz Fernando Rodrigues (47s96), da classe SB4 (comprometimento físico-motor) nos 50m peito.

“Eu estou muito feliz. É minha primeira vez em uma competição internacional. Muito gratificante, porque estou lutando cada vez mais para buscar medalhas e melhorar meus tempos”, festejou Luiz Fernando.

Equipes de cemitérios municipais de Sorocaba participam de treinamento nesta terça-feira (12) – Agência de Notícias

Fotos: Serpo

A Prefeitura de Sorocaba, por meio da Secretaria de Serviços Públicos e Obras (Serpo), promoveu, nesta terça-feira (12), treinamento com servidores dos quatro cemitérios municipais, no auditório do Centro de Referência em Educação (CRE).
Os funcionários foram divididos em duas turmas, nos períodos da manhã e da tarde, e conferiram palestra sobre luto, ministrado pelas psicólogas Ana Carolina e Lucy Silva, da Ofebas – Assistência Funerária.
O objetivo da Serpo com o treinamento é sensibilizar os funcionários para a prestação de atendimento, com mais respeito e dignidade, às famílias que precisam dos serviços dos cemitérios públicos.
O chefe da Seção de Cemitérios Municipais da Serpo, Alexandre Hugo, ressaltou que esta é a terceira reunião realizada e também apresentou atualização de procedimentos em todas as unidades e adequações para as atividades em 2026.

MP de Santa Catarina diz que cão Orelha não foi morto por adolescentes

Por MRNEWS:

Após análise de quase 2 mil arquivos, vídeos e laudos técnicos, o Ministério Público de Santa Catarina concluiu que o cão Orelha não foi morto após ser agredido por um grupo de adolescentes, mas sim devido a uma “condição grave e preexistente”. O órgão divulgou nesta terça (12) sua decisão e pediu à Justiça o arquivamento do caso.

A morte do animal, que aconteceu em janeiro deste ano, teve grande repercussão nacional. As investigações da Polícia Civil de Santa Catarina revelaram na época que Orelha, um cachorro comunitário, havia morrido após ser agredido cruelmente, por volta das 5h da manhã na praia onde morava, por um grupo de adolescentes.

As autoridades pediram a internação de um dos jovens que teria atacado o cão.

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Segundo a análise feita pela promotoria, os adolescentes e Orelha “não estiveram juntos na praia no período da suposta agressão”. O órgão afirma que a morte do bicho – que foi submetido à eutanásia – aconteceu devido a uma “condição grave e preexistente, e não à agressão”.

A promotoria protocolou sua manifestação, que tem 170 páginas, no Juízo de Direito da Vara da Infância e Juventude da Comarca da Capital na última sexta-feira (8). O órgão afirma que o documento analisou quase dois mil arquivos digitais como vídeos, mensagens de celular e fotos.

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Reconstituição

A reconstituição da cronologia dos fatos feita pelo MP foi decisiva para a mudança do veredito, segundo informa o órgão. Na versão da Polícia Civil, o adolescente que seria o principal agressor teria permanecido na praia junto com o animal durante cerca de 40 minutos. Após a análise do material, a promotoria concluiu que há “inconsistências temporais que modificaram substancialmente a narrativa”.

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O órgão afirma que após a análise minuciosa dos vídeos foi identificada uma “defasagem de aproximadamente 30 minutos entre os horários registrados. As câmeras do condomínio registram horário adiantado em cerca de 30 minutos em relação aos horários registrados nas câmeras do sistema [de câmeras privadas]. Essa diferença de horário é nitidamente perceptível pelas condições da luminosidade solar”.

A análise da promotoria diz ainda que não existe nenhum registro da presença de Orelha na orla da Praia Brava, local onde teria sofrido a agressão. Testemunhas ouvidas na investigação confirmaram que o animal não foi visto na praia no início da manhã em que teria sido atacado.

Além disso, as análises do MP indicam que enquanto o jovem estava na praia, o animal estava “a cerca de 600 metros de distância”.

“Dessa forma, não se sustenta a tese de que ambos tenham compartilhado o mesmo espaço por aproximadamente 40 minutos, como afirmado nos relatórios policiais”.

O órgão vai além e afirma que, pelas imagens analisadas, há a constatação “que o cão mantinha plena capacidade motora e padrão de deslocamento normal quase uma hora após o horário em que a investigação presume a ocorrência do ato da suposta agressão, afastando a tese de que ele teria retornado da praia já debilitado por ‘agressões’ recentes”.

Exumação

Laudos periciais e depoimento do médico-veterinário que atendeu o animal também foram decisivos para a conclusão do Ministério Público.

Através desses elementos, afastou-se a hipótese de maus-tratos a Orelha. Segundo análise pericial feita após a exumação do cachorro, comprovou-se que não havia fraturas ou lesões compatíveis com ação humana.

O que se comprovou é que o cão tinha “sinais de osteomielite na região maxilar esquerda – uma infecção óssea grave e crônica – possivelmente relacionada a doenças periodontais avançadas, evidenciadas pelo acúmulo de cálculos dentários”.

Imagens do crânio de Orelha revelaram ainda “uma lesão profunda e antiga, com perda de pelos, descamação e inflamação compatíveis com infecção de evolução prolongada. A localização da ferida, abaixo do olho esquerdo, é compatível com o edema observado pelo médico veterinário que atendeu o animal”.

O cão tinha apenas “um inchaço acentuado na região esquerda da cabeça e ocular”.

O MP diz ainda que o exame de imagem não mostrou nenhum outro sinal de violência.

Arquivamento

Além de solicitar à Justiça o arquivamento do caso principal, também foi arquivado o inquérito que investigava coação dos familiares dos adolescentes a supostas testemunhas da agressão.

O MP de Santa Catarina solicitou ainda o envio de cópia dos autos à Corregedoria da Polícia Civil de Santa Catarina para análise de possíveis irregularidades na investigação.

Também pediu à 9ª Promotoria de Justiça da Comarca da Capital a “apuração de possível infração administrativa relacionada à divulgação de informações sigilosas à imprensa, com referência nominal a adolescente investigado”.

Polícia Civil

A Polícia Civil de Santa Catarina informa que concluiu as investigações relacionadas ao caso e realizou, oportunamente, a divulgação oficial das medidas adotadas no âmbito do inquérito policial.

Após a conclusão do procedimento, os autos foram encaminhados ao Ministério Público de Santa Catarina, órgão constitucionalmente responsável por eventual oferecimento de denúncia ou arquivamento.

A Polícia Civil de Santa Catarina e o Ministério Público de Santa Catarina atuam de forma independente, dentro das atribuições previstas na legislação. Assim, eventuais manifestações sobre a decisão de arquivamento do caso competem exclusivamente ao Ministério Público.